MATO GROSSO
População manifesta para que governo volte atrás e lance a obra de ferrovia com o nome de Vicente Vuolo
MATO GROSSO
Líderes Comunitários se reúnem para manifestar contra a decisão de troca de nome da primeira ferrovia do estado de Mato Grosso. A manifestação acontece na próxima quarta-feira (22) às 10h00 da manhã, em frente à Assembleia Legislativa do estado.
Segundo Ricardo Lobo que é secretário adjunto de ações comunitárias, ninguém foi consultado para que a troca fosse efetuada, fazendo com que não só os líderes mas também a comunidade se sentisse “decepcionada”.
”Eu me sinto decepcionado, todos conhecem a luta do Vicente Vuolo, todos sabem quem foi ele e como ele faz parte e é importante para a história do estado. Nada mais justo de que homenagear alguém que tem história e raizes aqui, afinal, alguém sabe quem é Olacyr de Moraes?”, pontuou Ricardo.
Sobre o caso:
Durante a solenidade de lançamento da primeira ferrovia de Mato Grosso, foi informado que o nome da via foi substituído. Lembrando que a construção desse meio foi uma luta que durou toda a vida do ex-senador Vicente Vuolo, e que carregaria o nome dele.
Durante o lançamento, foi informado que os trilhos foram anunciados com o nome de um empresário que está investindo na obra, levando o nome de Olacyr de Moraes.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0