MATO GROSSO
VÍDEO: Homem organiza próprio enterro com cervejas e sertanejo em Cuiabá
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Um vídeo mostrando homens bebendo durante um sepultamento num cemitério na região Coxipó, em Cuiabá, viralizou nas redes sociais. O grupo atendeu o pedido de um motorista de aplicativo Marco Silva, conhecido como Marcão, que pediu aos colegas de profissão que se despedissem dele em grande estilo e em uma cerimônia bastante animada.
“Isso só para começar, depois o pau tora”, disse Marcão aos amigos. Ele residia em uma quitinete.
Como previu Marcão, a cirurgia se complicou e ele acabou morrendo. O sepultamento aconteceu no cemitério Parque Bom Jesus, em Cuiabá. E, durante sua despedida, os amigos decidiram atender ao pedido de Marcão.
Nas imagens, os colegas aparecem fazendo um brinde durante o sepultamento do colega, que foi aplaudido em sua despedida. “Então Bob eu conversei com Simone, e pode dar uma merda ne cara, cirurgia é cirurgia, pode ter uma hemorragia, um choque anafilático, eu já deixei autorizado. O grupo tem 120 participantes. Então, são três Heineken para cada um, para começar, depois o pau tora. Tem que fazer aquele cortejo bonito hein. Bastante bagunça”, disse Marcão nos áudios gravados no grupo dos amigos.
Assista o vídeo:
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Fonte: Folhamax
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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