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Ídolo do Fla, jogador de MT fez sucesso em peladas na fazenda de cantor

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Nascido em Poxoréu (a 250 km de Cuiabá), o atacante do Flamengo Michael contou com a inesperada ajuda do cantor Amado Batista para deslanchar na carreira.

A revelação foi feita por Harlei Menezes, ex-diretor de futebol e atual vice-presidente do Goiás, antigo clube do jogador mato-grossense.

O ano era 2017. Michel atuava pelo Goianésia, que jogava a primeira divisão de Goiás e, de vez em quando, jogava uma pelada na fazenda do cantor.

 

“Antes de um jogo contra o Goianésia, na Serrinha, pelo Goiano, eu estava saindo de casa quando recebi a ligação do cantor Amado Batista, que é torcedor esmeraldino. Ele falou: ‘Tem um jogador no Goianésia muito interessante. Ele não tem estatura, mas é muito arisco e de vez em quando vai na minha fazenda jogar bola com a gente. É um menino que precisa de uma oportunidade’”, disse Harlei Menezes ao ESPN.com.br.

Na temporada seguinte, Michael foi contratado pelo Goiás, ajudou no acesso do clube à Série A e foi eleito a revelação do Brasileirão no Prêmio ESPN Bola de Prata Sportingbet.

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O Flamengo pagou R$ 35 milhões para ter o jogador, que hoje é uma das principais estrelas do clube.

FONTE/ REPOST: REDAÇÃO MÍDIA NEWS 

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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