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Apresentação do relatório final da CPI dos Medicamentos é adiada para segunda-feira

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A apresentação do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Medicamentos foi reagendada para acontecer na próxima segunda-feira (6), às 14h. A exposição seria feita nesta sexta (3), mas os membros receberam, na tarde de quinta, novos documentos que passam por análise. A informação é do membro vereador tenente-coronel Marcus Paccola (Cidadania).

Presidente da Comissão é o vereador Lilo Pinheiro (PDT). A relatoria é de responsabilidade do vereador Marcus Brito Junior (PV).

A CPI investiga os lotes de medicamentos vencidos encontrados no Centro de Distribuição de Medicamentos e Insumos (CDMIC), que à época encontrava-se sob a gestão da empresa Norge Pharma. O procedimento foi instaurado na Câmara de Cuiabá no dia 10 de maio deste ano. Requerimento pedindo a prorrogação do prazo dos trabalhos da Comissão foi aprovado em 10 de setembro.

Em agosto, a Prefeitura de Cuiabá e a Norge Pharma, de forma amigável, romperam o contrato de R$ 19 milhões, assinado em 2019, para o gerenciamento da distribuição de medicamentos do CDMIC.

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FONTE/ REPOST: ALEXANDRA LOPES – HNT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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