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Recesso ALMT: “Natal, ano novo podem sair, mas dia 04 terão que estar aqui”

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi (PSB), convocou os deputados para marcarem presença na sessão no dia 04 de janeiro de 2022. Segundo Max, a sessão desta quinta-feira (16.12) foi a última sessão de 2021, porém, ficaram pendentes as contas do Governo, o polêmico projeto que proíbe o passaporte da vacina em Mato Grosso, entre outros.

“Dia 04 nós vamos votar as contas do Governo, esse projeto polêmico, o 780, e temos vários outros projetos de deputados, da pesca no Manso, o Governo do Estado tem sinalizado encaminhar alguns outros projetos também. Então, vamos ter uma sessão na primeira semana de janeiro bastante extensa e com muitos projetos sendo aprovados”, declarou o deputado.

Russi alertou aos deputados que marcaram viagem para estarem presente na sessão ordinária do dia 04 de janeiro de 2022: “Eles terão que estar aqui no dia 04, natal, ano novo podem sair, sem problema nenhum, agora no dia 04 temos que concluir as votações, a gente conclui, se a gente não concluir, vamos  tocar até votar as contas e após isso voltamos no dia 1º de fevereiro”, explicou Max.

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FONTE/ REPOST: Adriana Assunção & Kleyton Agostinho – VGN

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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