MATO GROSSO
Homem é encontrado morto após ataque de enxame de abelhas em fazenda
MATO GROSSO
Um homem, identificado como Alessandro Lima Tavares, de 42 anos, foi encontrado morto após um possível ataque de enxame de abelhas na fazenda que trabalha, em São José do Xingu (a 951 km de Cuiabá), no final da tarde dessa sexta-feira (17). O corpo foi encontrado cerca de 300 metros de uma morada de abelhas.
Uma equipe da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT) foi acionada para comparecer até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) porque havia chegado ao local um homem aparentemente sem vida. Ao chegar na unidade, o óbito foi constatado pelo médico plantonista.
Segundo o médico, a possível causa da morte seria um ataque de enxame de abelhas. O homem apresentava sinais pelo corpo, provenientes das picadas. Na roupa de Alessandro ainda havia algumas abelhas presas.
Em relato aos policiais, o proprietário da fazenda explicou que Alessandro era tratorista. No dia em questão, por volta das 18h, recebeu uma ligação de sua esposa, perguntando pela vítima porque estava demorando para chegar em casa.
Diante da informação, o proprietário acionou o capataz e iniciaram a busca por Alessandro, visto que sua motocicleta estava na fazenda, estacionada no mesmo local de costume.
Após reunir mais funcionários para busca, Alessandro foi encontrado aparentemente sem vida deitado ao solo, cerca de 300 metros de distância de uma morada de abelhas. O corpo da vítima deve ser encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) mais próximo para a confirmação da causa da morte.
O caso será acompanhado pela Polícia Judiciária Civil (PJC).
FONTE/ REPOST: JOSÉ LUCAS SALVANI – OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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