Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Morador de VG desaparece na região do Manso; família e Corpo de Bombeiros fazem buscas

Publicados

MATO GROSSO

Morador de Várzea Grande, Aurélio Ferreira Gomes, 60 anos, desapareceu na última quarta-feira (15.12) após entrar em uma mata na região do Manso, em Chapada dos Guimarães (a 65 km de Cuiabá).

De acordo com informações repassadas por familiares ao VGN, Aurélio é morador do bairro Jardim Maringá (região do Parque do Lago). Ele usava roupa de trabalho, camiseta azul e calça bege quando saiu do alojamento. Aurélio e o irmão trabalhavam juntos em uma fazenda, na região do Manso.

Após desempenhar o trabalho, durante o dia, Aurélio e o irmão voltaram para o assentamento em que estavam alojados para descansar. Por volta das 18 horas de quarta, ele pegou um copo e saiu andando adentrando em uma região de mata. 

Ainda, segundo familiares, como ele não retornava, o seu irmão foi atrás, porém, não o encontrou, achando apenas o copo jogado ao chão.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e começou a fazer buscas por Aurélio, mas até amanhã deste sábado (18.12) nada foi localizado.

Leia Também:  Polícia Civil conclui inquérito da Operação Fake News e indicia quatro pessoas

FONTE/ REPOST: LUCIONE NAZARETH- OLHAR DIRETO

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Vídeo: "Proibição da Pesca em MT" por 5 anos

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA