MATO GROSSO
Presos de alta periculosidade ficarão isolados até em banho de sol na PCE, afirma governador
MATO GROSSO
Os presos da nova ala da Penitenciária Central de Mato Grosso (PCE), antigo presídio do Pascoal Ramos, não terão interação entre eles nem mesmo no banho de sol. É o que definiu o governador Mauro Mendes (DEM) ao visitar a construção das obras do raio de segurança máxima do espaço penitenciário. Para o chefe do Executivo, para o crime organizado a tolerância é zero.
“Vistoriei hoje as obras do raio de segurança máxima que estamos construindo na PCE. Serão 54 celas individuais e com banho de sol individual também, sem interação com outros presos. Nenhum estado do país tem essa estrutura. A previsão é que possamos entregar essa obra no final de fevereiro”, disse o governador.
Além da ala de segurança máxima, Mauro também vistoriou a reforma dos raios 3 e 4 que vão operar com tecnologia de ponta. “As portas das celas são automatizadas, dando mais segurança aos policiais penais. Além disso, toda mão de obra da construção é feita pelos reeducandos. São 500 homens no serviço. É punição com ressocialização”, disse o governador pelas redes sociais.
No estado, segundo a Secretaria de Segurança Pública, o déficit de vagas que era de 6.500 foi reduzido para 2.400. A meta é zerar até o final de 2022, pois na PCE estão sendo ampliadas para mais 1.300 vagas.
FONTE/ REPOST: MAX AGUIAR – OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado
A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.
Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.
O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.
Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.
É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.
O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.
Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso
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