MATO GROSSO
VÍDEO: Homem é filmado dando soco em mulher no meio da rua em MT
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A Delegacia Especializada da Mulher em Cáceres (224 km de Cuiabá) conseguiu identificar um homem que agrediu uma mulher com um soco no rosto. Porém, como o Boletim de Ocorrência não foi registrado pela vítima, não houve nenhum outro encaminhamento.
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A cena foi registrada por uma câmera de segurança na tarde de sexta-feira (21), no bairro Carvalhada 3. Pelas imagens, o homem ainda faz gestos de ameaça a mulher.
No entanto, a vítima não foi socorrida por ninguém. O trecho da rua estava isolado, sem a presença de populares.
Após a agressão, a mulher volta a caminhar ao lado do agressor.
A delegada Judá Maali, titular da delegacia especializada, afirmou que logo ao tomar conhecimento do vídeo abriu investigação para apurar a identidade do responsável pela agressão.
Em menos de 24 horas, os investigadores conseguiram identificar o suspeito. “O suspeito já foi identificado e as providências cabíveis já estão sendo tomadas”, afirmou a delegada.
Assista o vídeo:
FONTE/ REPOST: REDAÇÃO FOLHA MAX
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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