MATO GROSSO
Mulher é presa após dar facadas no braço e na boca do próprio marido
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Uma mulher de 25 anos de idade, que não teve a identidade divulgada, foi presa neste domingo (23) acusada de esfaquear o marido em uma casa de Ipiranga do Norte (466 km de Cuiabá). A vítima teve cortes profundos no braço e na boca.
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De acordo com a Polícia Civil, a ocorrência foi registrada por volta de 3h55. Na ocasião, o Posto de Saúde Familiar (PSF) da cidade informou aos militares que a vítima havia dado entrada na unidade com corte profundo no braço esquerdo e na boca.
No local, os policiais escutaram do homem que as agressões haviam sido feitas com uma faca pela esposa, após uma discussão entre o casal. Os militares conseguiram encontrar a suspeita, que fugiu assim que viu os agentes. Ela foi capturada em seguida.
Segundo os militares, a mulher estava alterada e apresentava sinais de embriaguez. A suspeita ainda xingou os agentes enquanto era detida. Diante dos fatos, ela foi presa e encaminhada à Delegacia de Polícia de Sorriso, onde deve responder por lesão corporal.
FONTE/ REPOST: MICHAEL ESUQER – OLHAR DIRETO
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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