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Seduc e Prefeitura de VG assinam ordem de serviço para construção de nova escola

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O secretário estadual de educação, Alan Porto, e o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, assinaram nesta terça-feira (25.01) a ordem de serviço para a construção da Escola Estadual Ernandy Mauricio Baracat de Arruda (Nico Baracat), no bairro Nova Fronteira, em Várzea Grande. A unidade terá 16 salas de aula, biblioteca, banheiros, refeitório, cozinha, laboratório, e quadra poliesportiva coberta com arquibancada.

As obras devem ser concluídas em um ano e contam com investimentos de R$ 5,7 milhões do Governo de Mato Grosso. 

“Este é um momento histórico para Várzea Grande. Estamos vendo o quanto a educação está avançando por aqui e o quanto ela pode transformar vidas. Em reunião de redimensionamento, o governador Mauro Mendes assumiu o compromisso de fazer esta homenagem e não medimos esforços para que fosse possível ”, afirmou o secretário de Educação, Alan Porto. 

O prefeito do município destacou a parceria com o governo e o desempenho para ofertar uma educação de qualidade. 

“Temos uma parceria que busca sempre o bem e melhoria da nossa cidade. Uma obra como esta vai melhorar e avançar o ensino dessas crianças e jovens, pois o Estado tem feito um trabalho inovador que investe em metodologia e infraestrutura”, disse Kalil Baracat. 

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O nome da escola é uma homenagem ao ex-deputado estadual e ex-secretário de Estado de Cidades, Nico Baracat. Ele faleceu em junho de 2012 após sofrer um acidente automobilístico na BR-163. 

“É muito gratificante para a família e a gente fica muito feliz, porque Nico foi uma pessoa muito humana, atuou na educação e trabalhou para ajudar o próximo e os menos favorecidos. Agora também fará parte da história do nosso Estado. Temos que agradecer muito ao governador por dar esse presente para Várzea Grande”, ressaltou Cleonice  Sarat Baracat, viúva do homenageado. 

Representando os vereadores, a professora Eucaris Arruda, pontuou os benefícios para toda a população. A escola terá capacidade para atender cerca de 800 alunos. 

“Quem ganha com isso são as nossas crianças que terão escolas ótimas, com obras bem feitas e planejada para atender tanto a parte estrutural, como o ensino. Nós só teremos um município forte, se investirmos na educação”, relatou a vereadora. 

Também participaram da assinatura da ordem de serviço o secretário adjunto executivo Amauri Fernandes, a secretária adjunta de Gestão Educacional, Alcimaria Ataides da Costa, e a secretária adjunta de infraestrutura, Karina França, além de vereadores do município.

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Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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