MATO GROSSO
Justiça condena imobiliária por vender lote embargado em Cuiabá
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O juiz da 3ª Vara Cível de Cuiabá, Luiz Octávio Saboia Ribeiro, condenou a GSN Empreendimentos, Imobiliária e Incorporadora a pagar uma indenização de R$ 3 mil (mais juros e correção monetária) a um cliente que adquiriu um imóvel na capital “na beira do rio”. O lote faz parte do empreendimento “Arraial dos Freitas”, lançado às margens do rio Coxipó do Ouro, e encontra-se embargado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) por falta de licenças ambientais.
A decisão do juiz foi publicada nesta quarta-feira (26). De acordo com informações do processo, o cliente adquiriu um lote no “Arraial dos Freitas” em julho de 2020 no valor de R$ 35 mil. Do total ele já pagou R$ 8,3 mil.
O comprador admite nos autos, entretanto, que ficou surpreso ao saber que meses depois, no início de 2021, a Sema havia promovido o embargo de 7 empreendimentos (incluindo o “Arraial dos Freitas”) por falta de licenças ambientais.
Em sua decisão, o juiz considerou que a imobiliária agiu com “negligência” ao comercializar o terreno. Luiz Octávio Saboia Ribeiro proibiu que a GSN Empreendimentos realize as cobranças das parcelas do imóvel até que haja a regularização do empreendimento. O magistrado determinou, ainda, o pagamento de R$ 3 mil a título de indenização por danos morais.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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