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Caminhão despenca da ponte e motorista morre preso às ferragens em MT

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Antônio Teixeira dos Santos Filho, 31 anos, morreu afogado ao ficar preso às ferragens do caminhão em que conduzia. O veículo caiu na Ponte do Rio São João, no km 97, zona rural, do município de Peixoto de Azevedo (a 670 km de Cuiabá), na manhã dessa quarta-feira (02.02).

Conforme a Polícia Civil, o caminhão estava carregado de sal para gado, e quando foi passar sobre a ponte caiu e ficou com as quatro rodas para cima. No veículo estavam o motorista e um carona. O passageiro conseguiu sair mesmo com lesões, e foi levado a uma unidade de saúde. O condutor ficou preso e morreu no local.

O Corpo de Bombeiros de Guarantã do Norte (a 707 km da Capital), foi acionado, e devido às dificuldades, só conseguiu retirar o corpo da vítima das ferragens por volta das 20 horas.

A Polícia Civil investiga as causas do acidente.

FONTE/ REPOST: GISLAINE MORAIS – VGN 
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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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