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Pequim 2022: Sabrina Cass é melhor sul-americana da história no moguls

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Sabrina Cass encerrou neste domingo (6) a sua participação na prova de moguls do esqui estilo livre dos Jogos de Inverno de 2022 (Pequim) na 26ª posição, o que não foi suficiente para garantir uma vaga nas finais da competição. Porém, mesmo com a desclassificação, a jovem de 19 anos conseguiu um feito importante, alcançou a melhor marca de um sul-americano na história da modalidade.

Com 62,12 pontos, a brasileira superou o argentino Ignacio Bustamante, que nos Jogos de 1992, em Albertville, ficou na 30ª colocação.

“Estou triste com minha prova hoje, mas feliz em poder estar aqui nos Jogos Olímpicos defendendo o Brasil. Pensei que ia conseguir melhorar o que eu tive dificuldade na primeira qualificatória. Nos treinos eu estava indo bem, mas na competição eu não consegui”, afirmou Sabrina.

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Esquiatlo

O Brasil também marcou presença na prova de esquiatlo (modalidade na qual são combinados os dois estilos de esquiar, o clássico e o skating, percorrendo uma distância de 15km em cada um), na qual Manex Silva terminou na 67ª colocação entre 70 competidores.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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