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Vale prevê descomissionamento de cinco barragens neste ano
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A Vale estima concluir em 2022 o descomissionamento de mais cinco estruturas construídas pelo método a montante, o mesmo associado às tragédias em Mariana (MG) em 2015 e em Brumadinho (MG) em 2019.

Segundo anunciou a mineradora, tiveram início hoje (7) os trabalhos na primeira delas: o Dique 4 da barragem Pontal, em Itabira (MG). Sem receber rejeitos desde 2014, a estrutura encontra-se atualmente no nível de emergência 1, em uma escala que vai até 3, quando o risco de rompimento é considerado iminente.
“Os trabalhos devem gerar de cerca de 120 empregos, entre trabalhadores diretos e terceirizados, sendo mais de 80% da mão de obra local, o que contribui para a geração de empregos e renda no próprio município de Itabira. A estrutura tem cerca de 3,7 milhões de metros cúbicos de rejeitos”, informa a mineradora, acrescentando que não há moradores ou comunidades dentro da zona de autossalvamento, que corresponde a área que seria atingida em uma eventual de ruptura.
Depois que tragédia em Brumadinho custou a vida de 270 pessoas e causou devastação ambiental na bacia do Rio Paraoapeba em janeiro de 2019, o descomissionamento de barragens que utilizam o método de alteamento a montante se tornou obrigatório no país.
Isso significa que as estruturas devem perder a função de armazenar rejeitos, sendo descaracterizadas e reintegradas ao meio ambiente. Em Minas Gerais, a Lei Estadual 23.291/2019 fixou um prazo de três anos, que irá se completar neste mês.
Em âmbito nacional, a Agência Nacional de Mineração (ANM) editou uma resolução com determinação similar mas estabeleceu outras datas: agosto de 2021 para estruturas inativas e agosto de 2023 para aquelas que ainda estavam em operação. Em todo caso, nem o prazo mais alargado deve ser cumprido. Até agora, menos de 20% das estruturas alteadas a montante no estado tiveram seu processo concluído.
A Vale é a mineradora com o maior número de barragens que utilizam esse método no Brasil. Após a rompimento da barragem em Brumadinho, ela anunciou que descomissionaria nove estruturas.
Com base nas determinações legais fixadas posteriormente, foi divulgada uma nova lista com 30 estruturas. Até o fim do ano passado, apenas sete delas já estavam com o processo concluído: quatro em Minas Gerais e três no Pará. A última, que teve a finalização anunciada em novembro, foi o Dique 5 da barragem Pontal, também em Itabira (MG).
Ainda em 2022, passarão pelo processo o Dique 3 da barragem Pontal e a barragem Ipoema, ambos em Itabira (MG); a barragem Baixo João Pereira, em Congonhas (MG); e o Dique Auxiliar da Barragem 5, em Nova Lima (MG). Atingindo a meta estipulada para este ano, a Vale terá concluído o descomissionamento de 12 das 30 estruturas, o que representa 40% do total.
Diante dos riscos associados às barragens alteadas a montante, o descomissionamento muitas vezes passou a ser acompanhado por uma medida emergencial: a construção de muros de contenção, que atuariam como uma barreira que seria capaz de bloquear a passagem de uma onda de rejeitos. Essas obras costumam ser pactuadas entre mineradora e poder público nos casos mais críticos, quando há alto risco de rompimento.
Situação crítica
Um dossiê divulgado no mês passado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) mostrou que a segurança de barragens no estado continua gerando preocupações.
Constatou-se que 18 estruturas precisam de medidas emergenciais. O relatório foi fruto de uma parceria com a Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), órgão ambiental vinculado ao governo mineiro.
A produção do dossiê se deu em resposta aos problemas envolvendo as chuvas torrenciais de janeiro. Houve localidades que registraram mais de 200 milímetros de água em apenas 48 horas.
Em um dos episódios, um dique da mina de Pau Branco, pertencente à mineradora francesa Vallourec, transbordou em Nova Lima (MG) e levou a interdição da rodovia federal BR-040 por quase dois dias.
Atualmente, três barragens no país encontram-se no nível de emergência 3, que significa risco iminente de ruptura. Todas elas pertencem à Vale e estão localizadas em cidades mineiras: a B3/B4 em Nova Lima, a Sul Superior em Barão de Cocais e a Forquilha III em Ouro Preto.
Considerando também as barragens de mineração que estão nos níveis 1 e 2, o número de estruturas em alerta sobe para 31. Uma delas pertence à ArcelorMittal, uma à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e as outras 29 são de responsabilidade de Vale.
Essa lista cresceu após um pente-fino impulsionado por órgãos de controle em resposta à tragédia de Brumadinho. Diversas barragens perderam suas declarações de estabilidade, o que exige sua paralisação e o acionamento automático do nível 1.
Nos casos em que a gravidade da estrutura atinge o nível de emergência 2 ou 3, é obrigatória a evacuação das pessoas em todo o perímetro que seria alagado em caso de um rompimento.
A retirada de milhares de moradores, em diversas cidades mineiras, foi uma realidade durante os meses que se seguiram ao rompimento da barragem de Brumadinho. Eles devem receber suporte e indenização da mineradora responsável.
Em muitos lugares, no entanto, a reparação está sendo discutida judicialmente e ainda não há previsão para que os atingidos possam retornar às suas casas, o que ainda pode levar alguns anos. De acordo com a Vale, sua meta para não ter mais nenhuma barragem no nível de emergência 3 é apenas em 2025.
Edição: Denise Griesinger
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Itaipava convoca Ronaldinho Gaúcho para ser embaixador da marca e revela o “segredo” de seu passe mais icônico
A cerveja Itaipava, do Grupo Petrópolis, anuncia Ronaldinho Gaúcho como seu mais novo embaixador, no território do futebol. O anúncio revela, com humor, o segredo de um dos lances mais emblemáticos da história do futebol brasileiro envolvendo o craque.
Ídolo dentro e fora de campo, Ronaldinho segue como um dos nomes mais reconhecidos e carismáticos do futebol, com forte conexão com a torcida brasileira. Agora, ele passa a representar a marca em uma parceria que une futebol e identidade nacional.
Criada pela WMcCANN, a ação revela o segredo por trás da jogada que marcou gerações: o icônico movimento em que o craque olha para um lado e toca a bola para o outro – um lance que encantou torcedores e segue vivo no imaginário popular.
E quem revela o segredo é o próprio Ronaldinho. Em tom leve e bem-humorado, o atleta conta que tudo começou em um jogo entre amigos, em um campinho ao fim de tarde. É nesse cenário que o público descobre o que estava por trás do movimento. Mais do que confundir o adversário, o olhar do jogador estava direcionado a algo que chamava atenção fora das quatro linhas: uma garrafa de Itaipava gelada ao lado do campo.
“Também, quem resiste a uma Itaipava? Receita brasileira, ingredientes de qualidade… a minha cerveja com muito orgulho”, comenta o craque, reforçando o tom leve e descontraído da parceria.
O anúncio de Ronaldinho Gaúcho como embaixador de Itaipava reforça a identificação da marca com o futebol. A parceria é realizada em colaboração com a BDB BR, responsável pela seleção, curadoria e gestão do talento.
“O brasileiro aprecia tomar uma cerveja quando vê futebol e a Itaipava retornou com tudo a esse território: patrocinamos os amistosos e as eliminatórias no ano passado e fomos a cerveja oficial do Campeonato Paulista 2026”, diz João Netto, diretor de Marketing e Trade do Grupo Petrópolis. “A contratação do R10 reforça a tradição da marca no futebol”, completa.
“Ronaldinho é um ícone que traduz leveza e brasilidade, atributos que também estão no DNA de Itaipava. Trazer esse lance tão marcante para o centro da campanha foi uma forma de criar uma conexão genuína com o público, revelando uma história de forma inusitada e alinhada ao território da marca”, explica Diego Santelices, head de comunicação e mídia do Grupo Petrópolis.
“Partimos de uma verdade cultural muito forte: uma das jogadas mais conhecidas da história do futebol, feita por um dos ícones mais reconhecidos. A partir disso, construímos uma narrativa que surpreende todos os fãs do Ronaldinho e do esporte. Uma revelação divertida, conectando futebol e Itaipava de forma inusitada”, comenta Guilherme Aché, diretor de criação da WMcCANN.
Ao transformar um gesto consagrado em narrativa publicitária, Itaipava reforça sua estratégia de se conectar com o público por meio de histórias que fazem parte da cultura brasileira e de uma paixão nacional, que é o futebol. Ao lado de um ídolo que fez história e marcou gerações, a marca aposta nessa identificação da torcida brasileira com um dos melhores jogadores de todos os tempos, para fortalecer sua presença no cotidiano do consumidor.
SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ) há 30 anos, Itaipava conquistou o consumidor brasileiro e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava.
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Cabaré Ice, Fest Drinks, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; o refrigerante It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.