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Palmeiras vence Al Ahly e se garante na final do Mundial de Clubes

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O Palmeiras é o primeiro finalista da disputa de título do Mundial de Clubes no próximo sábado (12) em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos). Em noite inspirada dos meias  Dudu (camisa 7) e Rafael Veiga (23), o time brasileiro estreou com vitória por 2 a 0 o Al Ahly (Egito). O adversário na final será conhecido nesta quarta (9): será o vencedor do embate entre Chelsea (Inglaterra) e Al Hilal (Arábia Saudita), às 13h 30 (horário de Brasília), no estádio Mohammed Bin Zayed. 

Diante de mais dois mil palmeirenses nas arquibancadas do estádio Al Nahyan, o Verdão mandou no jogo desde o início: teve mais posse de bola (57%),  apesar da defesa bem posicionada – cinco jogadores –  da equipe egípcia, e conseguiu bloquear os contra-ataques do rival. A primeira boa chance do Verdão balançar as redes foi aos 31 minutos, após jogada do meio-campista  Dudu com o lateral-direito Marcos Rocha a partir da intermediária. O camisa 7 chegou a cruzar na área, mas a zaga afastou.  Sete minutos depois, o Palmeiras abriu o placar com um chute colocado do meia Raphael Veiga, após passe de primeira de Dudu.

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Na volta do intervalo, bastaram três minutos em campo para Dudu ampliar para o Verdão. A jogada começou no meio de campo, com Piquerez lançando para Matheus Veiga marcar um golaço.  Após sofrer o segundo gol, o time egípicio botou pressão, e chegou a diminuir aos 26 minutos: Mohamed chutou de fora da área, Weverton afastou, mas a bola caiu nos pés do atacante Sherif que mandou para o fundo da rede. No entanto, houve intervenção do VAR, e o gol foi anulado por impedimento de Sherif.  E o VAR entrou novamente em ação aos 34 minutos, após carrinho por trás do zagueiro Ayman Ashraf para parar Rony. O juíz de campo chegou a dar cartão amarelo para o defensor egípcio, mas após a consulta das imagens do lance, o juiz decidiu pela expulsão do zagueiro. Mesmo com dez em campo, o Al Ahly ainda tentou diminuir: já nos minutos finais, o goleiro Weverton fechou o gol em um chute de Hany, depois Sherif mandou uma bomba no travessão, mas a noite era mesmo do Verdão comandado pelo técnico português Abel Ferreira.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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