MATO GROSSO
Servidores do Samu dizem que estão sem receber plantões há 5 meses; SES nega
MATO GROSSO
Funcionários do Serviço de Atendimento Médico (Samu) que trabalham em Cuiabá denunciam que estão há 5 meses sem receber os valores referentes aos plantões e ao adicional noturno. Servidor efetivo, que não será identificado, entrou em contato com o site RD News nesta semana para relatar os atrasos.
“Perguntamos já no RH do Samu e falam que temos que falar com a SES [Secretaria de Estado de Saúde], aí a gente liga na SES e eles não dão definição nenhuma, não falam nada. É uma parte do salário que a gente faz planos com ele. É mais ou menos 30% do salário de cada um”, disse.
Servidor em questão afirmou que prejuízo chega aos R$ 2,5 mil por mês, o que corresponde a parte significativa de sua renda. Ele contou que trabalha há cerca de 14 anos no Samu, mas que atrasos desta maneira nunca aconteceram.
“A nossa indignação é essa. Você trabalha, é um dinheiro que é seu e você tem todo o dinheiro. A gente quer saber pelo menos uma resposta. Quando vai pagar, se vai pagar. A gente precisa saber o que fazer, porque todo mês temos compromissos”, lamentou.
Outro lado
Por meio de nota, a SES informou que os plantões e adicionais noturno profissionais de saúde do Samu estão dentro do prazo.
“Caso seja alguma situação individual e específica, orientamos o encaminhamento dos dados do profissional, se for servidor contratado via processo seletivo ou efetivo, de forma que seja apurado o que ocorreu na situação específica”, disseram.
FONTE/ REPOST: ANA FLÁVIA CORRÊA – RD NEWS
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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