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Sema recebe filhote de jaguatirica resgatado pela Polícia Civil em Nova Monte Verde

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) recebeu, na manhã desta sexta-feira (11.02), um filhote de jaguatirica que foi resgatado pela Polícia Civil de Nova Monte Verde (973 km de Cuiabá) em uma propriedade rural. A Diretoria Regional da Sema de Alta Floresta encaminhou o animal para os cuidados do Hospital Veterinário da Universidade Federal (UFMT) de Sinop. O animal está sendo transportado para receber os cuidados especializados necessários. 

Conforme relato dos moradores da região, o animal foi inicialmente capturado em uma região de rodovia, e levado para esta propriedade particular. Em seguida, a denúncia foi feita para a polícia do município, que identificou a propriedade e realizou o resgate. 

A Sema orienta que quem encontrar filhotes de animais silvestres, ou até mesmo animais adultos que estejam em ambiente urbano, ou com ferimentos, que o procedimento correto é entrar em contato com a Sema ou com a Polícia Militar, que aciona o Batalhão Ambiental para a retirada do animal. 

Com a entrega voluntária do animal é possível que ele tenha os cuidados necessários e consiga ser reabilitado para o retorno ao seu habitat natural. 

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Denúncias ou entrega voluntária de animais 

Para realizar denúncias ou solicitar o regate ou entrega voluntária de animais basta entrar em contato com a Sema pelo telefone 0800 065 3838.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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