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Programa do Governo: sorteio do Nota MT beneficia 145 entidades sociais com R$ 110 mil

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O segundo sorteio do Programa Nota MT, coordenado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT), realizado na quinta-feira (10.02), foi além dos 999 premiados, que vão receber R$ 550 mil.  Um total de 145 entidades sociais foram beneficiadas no sorteio mensal janeiro. Elas vão receber R$ 110 mil, o que corresponde a 20% dos prêmios distribuídos ao ganhadores que as indicaram.

Instituiçoes estão presentes em 50 municípios, sendo 35 entidades de Cuiabá, 14 de Várzea Grande e 96 de outras cidades do interior. Como tem sido quase uma constante, a Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso – AACC e o Hospital de Câncer lideram as indicações. A AACC teve 200 indicações premiadas e vai receber R$ 28.800,00. Já o HCAN teve 75 e receberá R$ 7,5 mil.

Outra instituição que tem se destacado em indicações é o Lardo dos Idosos São Vicente de Paulo, sediado em Várzea Grande. Indicado por 32 sorteados, a instituição terá uma renda extra de R$ 3,2 mil com o sorteio mensal janeiro.

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O Centro Social Menino Jesus, de Sinop, receberá R$ 3.200. Já Escola Especial Criança Esperança- APAE, de Mirassol D’Oeste vai receber R$ 3mil. A Casa Transitória da Criança, de Tangará da Serra R$ 2.600,00.

DOE SUA NOTA

O Doe Sua Nota é uma nova modalidade de premiação lançada pela Sefaz destinada exclusivamente para as entidades sociais que atuam em Mato Grosso e estão cadastradas no programa Nota MT. Durante o ano serão distribuídos R$ 2 milhões, divididos em quatro campanhas de R$ 500 mil, que levam os nomes de danças típicas mato-grossenses.

Essa funcionalidade tem como objetivo reconhecer, com premiação em dinheiro, o empenho dessas instituições filantrópicas em estimular o consumidor a solicitar nota fiscais, bem como angariar doações simbólicas desses documentos fiscais, quando neles não forem identificados pelos contribuintes.

A campanha atual do Doe Sua Nota é a “Siriri e Cururu” e os contribuintes mato-grossenses já podem doar suas notas fiscais. Nela podem ser doados os documentos fiscais emitidos entre 1° de janeiro e 31 de março deste ano. O prazo final para doação segue até o dia 10 de abril.

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Para fazer a doação basta solicitar a nota fiscal nas compras realizadas dentro do estado de Mato Grosso, sem que seja incluída a identificação do CPF ou CNPJ. Em seguida é necessário acessar o site ou aplicativo do Nota MT, informar a chave do documento fiscal, selecionar a cidade e escolher a entidade social. Pode-se fazer por meio da leitura do QR-Code também.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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