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Filho de secretária de Saúde morre afogado em lagoa

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No último domingo (20), Guilherme Correia da Lima de 20 anos morreu afogado na Lagoa Vô Pedro Viana, em Primavera do Leste (231 km de Cuiabá).

O Jovem era filho da secretária de Saúde da cidade e estava nadando com os amigos quando o incidente aconteceu.

Segundo informações, passava das 13h50 quando as equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar foram acionadas para uma ocorrência na lagoa, onde segundo as testemunhas, jovens tentavam atravessar o local e um deles acabou se afogando e sumiu nas águas.

Em buscas, equipe de bombeiros encontrou o corpo de Guilherme quase perto da borda. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que já estava no local, deu apoio. Médicos tentaram reanimar o jovem, mas sem sucesso. A morte foi confirmada no local.

FONTE/ REPOST: VOZ MT

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TJMT concede essencialidade de maquinários agrícolas mesmo após término do período de blindagem 

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A Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através de julgamento unanime, decidiu que a proteção de bens essenciais à atividade rural pode subsistir, mesmo após o término do chamado stay period — período de suspensão das ações e atos de expropriação previsto na Lei de Recuperação Judicial.

O julgamento ocorreu no âmbito de um agravo de instrumento envolvendo empresa Martelli Agroindustrial, em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 244 milhões, e tratou da possibilidade de constrição de maquinários agrícolas indispensáveis à produção da safra 2025/2026.

Ao reformar decisão de primeiro grau, o TJMT reconheceu que o encerramento do stay period não retira automaticamente a competência do juízo da recuperação judicial para analisar a essencialidade dos bens e decidir sobre medidas constritivas.

Na prática, o Tribunal entendeu que a competência do juízo recuperacional permanece até o encerramento formal do processo e os bens essenciais à atividade econômica não podem ser retirados quando isso comprometer a continuidade da atividade.

A decisão também suspendeu medidas de busca e apreensão sobre tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros equipamentos considerados fundamentais para a manutenção da produção agrícola.

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O processo foi conduzido pela banca de advogados do Grupo ERS, que analisam a medida como “um avanço no entendimento que a análise da essencialidade dos bens deve priorizar a preservação da atividade econômica e ainda, reforça o papel da Assembleia Geral de Credores como espaço para deliberação sobre medidas que impactam diretamente o sucesso da recuperação”, explica a advogada, Ranielly Chagas.

Além disso, o entendimento sinaliza que medidas de execução individual devem ser analisadas com cautela quando houver risco de inviabilizar a atividade produtiva, mesmo em situações envolvendo créditos extraconcursais.

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