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Recuperandos de Sinop concluem curso de segurança no trabalho com agrotóxicos

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Vinte recuperandos da Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira, “Ferrugem”, em Sinop (497 km de Cuiabá), concluíram o curso profissionalizante de Segurança no Trabalho – Aplicação de Agrotóxico. Os internos foram treinados para trabalhar na aplicação de medidas de prevenção a acidentes e doenças em atividade com agrotóxicos. 

O curso teve carga horária de 24h e foi realizado dentro da unidade, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) e Sindicato Rural de Sinop, ministrado pelo instrutor Roberto Tomazoni da Cruz. Ao final, os recuperandos receberam o certificado de conclusão do curso. 

As aulas agregaram aos participantes conhecimentos que são necessários para aplicar as medidas de prevenção a acidentes e doenças no trabalho com a manipulação de agrotóxicos. Além disso, eles puderam conhecer os princípios legais para a utilização desses insumos conforme normas regulamentadoras. 

O diretor da penitenciária, Adalberto Dias, destacou a importância de agregar conhecimentos aos reeducandos na área da agricultura. “Desta vez, participaram do curso pessoas que já desenvolvem trabalhos na agricultura, como no projeto Semear, no cultivo de abacaxi, na horta interna produzindo hortaliças e pessoas que fazem a jardinagem e paisagismo da unidade”.

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Esta é apenas uma das capacitações e treinamentos de pessoas privadas de liberdade que serão realizadas durante este ano. Ao todo serão ofertados mais 17 cursos ministrados pelo Senar. “As capacitações têm como finalidade proporcionar a qualificação nas mais diversas áreas e prepará-los para o mercado de trabalho quando progredirem de regime”.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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