MATO GROSSO
Mato Grosso recebe 241.650 doses de vacinas contra a Covid-19 nesta quarta e quinta-feira (23 e 24)
MATO GROSSO
O Ministério da Saúde informou ao Estado o envio de 241.650 doses de vacinas para imunização dos grupos prioritários da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19. As doses chegarão em quatro remessas, sendo as duas primeiras previstas para chegarem às 12h50 e às 15h40 desta quarta-feira (23.02) e a terceira e quarta previstas para às 16h15 desta quinta-feira (24.02), no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.
Nesta quarta-feira, devem chegar, por meio de um voo da Azul, um total de 77.500 doses de Astrazeneca para imunização de reforço em adultos.
A terceira e quarta remessas das vacinas, com 82.250 doses da Janssen e 81.900 doses da Pifzer para imunização de reforço em adultos, chega em um voo da Latam.
Imediatamente após a chegada do imunizante, as equipes da Vigilância Estadual trabalharam no recebimento das doses, fazendo a conferência da quantidade, catalogação e encaixotamento para a retirada dos municípios.
As doses serão distribuídas de acordo com a Resolução CIB nº 126 de 2021, mediante solicitação das gestões municipais. A medida se deve ao risco de perda de doses, devido ao prazo de validade e à baixa procura por imunização em alguns municípios. Desta forma, será encaminhado um quantitativo compatível com a necessidade local.
Até o momento, Mato Grosso já recebeu 7.336.031 doses de imunizantes contra a Covid-19 e aguarda a chegada da nova remessa.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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