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Mulheres da OAB celebram os 90 anos do voto feminino no Brasil

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Instituído no Brasil em 24 de fevereiro de 1932, o voto feminino completa nesta quinta-feira 90 anos, um marco histórico para entender a evolução da democracia e da luta pelos direitos das mulheres no país. A conquista de nove décadas atrás assegura, hoje, o direito de mais de 77 milhões de brasileiras (53% do eleitorado) de escolherem os seus candidatos nas eleições.

A inovação veio com o Código Eleitoral de 1932, que instituiu, dentre outras mudanças, o voto secreto, a criação da Justiça Eleitoral e o estabelecimento do voto feminino. A conquista tornou-se realidade após intensa mobilização do movimento feminista e das sufragistas, que mobilizaram e pressionaram o governo da época para que não houvesse restrições ao voto feminino na elaboração do novo Código Eleitoral.

Na OAB, a luta das mulheres escreveu um novo capítulo histórico nas últimas eleições. Embora já representassem mais de 50% da advocacia brasileira (629.213 mulheres advogadas), elas ainda estavam sub-representadas nos espaços de poder da entidade. A revolução veio com a aprovação da paridade de gênero na formação das chapas. O movimento garantiu que cinco seccionais elegessem mulheres para a Presidência.

O presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, valorizou a data e destacou a importância da paridade de gênero. Segundo Simonetti, a OAB cumprirá seu seu papel constitucional e honrará a história dos 90 anos de lutas das mulheres. “Nesse dia tão especial, felicito todas as mulheres que brigaram, não apenas pelo direito ao voto, mas pelo direito de se fazerem ouvidas dentro de uma sociedade machista e retrógrada. Estamos trabalhando com firmeza para a construção de uma OAB cada vez mais plural, o que é fundamental para a advocacia brasileira. A Ordem está empenhada na construção de uma sociedade coesa e sem preconceitos. Nossa busca é sempre por avanços. E nossas mulheres, com fibra, caráter e competência, estão cada dia mais presentes e em destaque em nossa comunidade”, afirmou.

Pela primeira vez na história, as seccionais de São Paulo – Patrícia Vanzolini -, Paraná – Marilena Winter -, Santa Catarina – Cláudia Prudêncio -, e Bahia – Daniela Borges – passam a ser comandadas por mulheres. Já Mato Grosso – Gisela Cardoso – elegeu uma mulher pela segunda vez na história, depois de 28 anos.

No Conselho Federal, a nova norma também garantiu o acesso de mais mulheres aos espaços de poder da Ordem. Duas delas ocupam cargos na atual diretoria. Sayury Otoni é a secretária-geral da entidade, enquanto Milena Gama é a secretária-geral adjunta da OAB Nacional. Nesse período simbólico, a conselheira federal Cristiane Damasceno (DF) foi escolhida para ser a presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada (CNMA) na nova gestão. Todas elas celebram a luta histórica das mulheres e refletem sobre a importância do voto feminino para a construção da democracia no Brasil e no sistema OAB.

Cristiane Damasceno, presidente da CNMA, ressaltou que a luta por espaços na política permanece e que a Ordem atuará para garantir uma igualdade real. “O voto feminino foi uma vitória histórica das mulheres. Uma conquista que nos garantiu protagonismo nas escolhas políticas do país. Foi uma realização que nos tirou da invisibilidade, nos fez emergir. Porém, a busca por espaço permanece e é parte dessa trajetória que pretende assegurar igualdade para todas as mulheres. Ainda há muito o que fazer para garantir a participação feminina efetiva, uma construção coletiva que envolve inclusive mudanças numa dimensão social permeada de circunstâncias nocivas muito arraigadas, que impedem o acesso e a participação da mulher. Não basta votar, queremos ter condições de sermos votadas e exercer plenamente o poder a nós delegado. Esses 90 anos são marcantes e nos inspiram a continuar e a querer ocupar todos os espaços sociais. Como guardiã da democracia, a OAB certamente será um instrumento para garantir que as mulheres alcancem a igualdade real”, defendeu.

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A secretária-geral da OAB Nacional, Sayury Otoni, lembrou que é preciso investir na formação de lideranças femininas e que a diversidade no ambiente político é fundamental para a evolução da sociedade. “Cinco mulheres ocupam o cargo de Presidente de Seccional da OAB. É um começo, mas muito longe de representar o quantitativo de advogadas militantes, que compõe a maioria nos quadros da advocacia brasileira. Nos Estados e nas Cidades, repete-se a baixa representatividade feminina nas casas do povo. Ecoa o olhar masculino sobre as leis, os planos, a vida. Nos poucos espaços que ocupam, as mulheres enfrentam a violência política que desvaloriza suas ideias e as relega ao posto de coadjuvantes. A diversidade na composição dos ambientes colegiados permite o avanço da sociedade pela pluralidade de ideias e saberes. Urge formar lideranças femininas, empoderando meninas e mulheres, com consistentes políticas públicas de combate à violência de gênero”, afirmou.

Já a secretária-geral adjunta do Conselho Federal, Milena Gama, ressaltou o protagonismo histórico do Rio Grande Norte e afirmou que o direito ao voto abriu caminhos para novas conquistas. “Essa data me traz um orgulho da história do Rio Grande do Norte, terra de Celina Guimarães, que foi a primeira mulher no Brasil a se alistar para votar, e também de Alzira Soriano, a primeira prefeita eleita no Brasil. O voto foi apenas o início para que as mulheres pudessem conquistar novos direitos, esse marco deve ser lembrado e comemorado sim, mas nossa luta ainda é atual. O nosso Congresso Nacional tem irrisórios 15% de participação feminina. Ora, se as mulheres representam pouco mais da metade da população, seria natural uma representação mais significativa nos espaços de poder. Então, há ainda muito o que evoluir quanto à representatividade das mulheres em cargos de poder na política, para que possamos dizer que estamos, efetivamente, num estado igualitário e democrático”, disse.

Patrícia Vanzolini, presidente da OAB-SP, falou sobre a importância dos avanços, mas cobrou atenção: “É uma data representativa, que deve servir para fazermos um retrospecto dos avanços alcançados em 90 anos, conquistados com muita luta, mas com um olhar objetivo para o futuro, para que o caminho que nos leva à igualdade de gênero seja mais curto. Coincidentemente, é a primeira vez em 90 anos que a seccional paulista tem uma mulher na presidência. Desde a conquista do direito ao voto feminino à minha eleição, progredimos muito lentamente. Hoje somos cinco mulheres liderando seccionais da OAB, mas no triênio passado não havia nenhuma. Nesses 90 anos ainda padecemos com a falta de espaço na política, com a falta de representatividade no alto escalão das empresas. As políticas de paridade de gênero são essenciais, pois quanto mais mulheres no topo, mais rápido avançaremos para a construção de uma sociedade mais justa” destacou.

Para a presidente da OAB-BA, Daniela Borges, o exemplo da Ordem, com a aprovação da paridade de gênero, deveria se espalhar por outras instituições da sociedade. “A conquista do voto feminino veio em 1932. De lá pra cá, tivemos avanços, mulheres entraram na política, tivemos até uma presidenta da república, mas a realidade do Congresso Nacional e das Assembleias estaduais e Câmaras Municipais demonstra que estamos longe da igualdade desejada. É preciso que se garanta que mais mulheres participem dos espaços de poder, para que a realidade em nosso país, tão desigual, possa diminuir. A OAB deu um passo importante nesse sentido com a aprovação da paridade de gênero e das cotas raciais. Que outras instituições e empresas sigam esse exemplo, para que possamos ter, de fato, um país mais igualitário”, destacou.

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A presidente da OAB-SC, Cláudia Prudêncio, destacou o protagonismo da Ordem ao adotar a paridade de gênero e a importância de contar com o apoio dos homens na luta em defesa das mulheres. “O tempo provará que foi mais um grande acerto da OAB, e que as mulheres têm importantíssimas contribuições a dar, como sempre fizeram, só que agora nos postos de comando. Pela primeira vez, cinco mulheres estão à frente das Seccionais. Quanto orgulho eu sinto por fazer parte deste grupo. Sabemos o que nos espera, sabemos o árduo caminho que iremos percorrer, mas com amor e com firmeza, com doçura e com a energia as mulheres têm agora a chance de mostrar como entendem e como exercem o poder. A sororidade não impede que caminhemos ao lado dos homens de modo fraterno, e é a união das nossas forças que aprimorará os mecanismos de liderança”, afirmou.

Marilena Winter, presidente da OAB-PR, defendeu a necessidade das mulheres buscarem, cada vez mais, o protagonismo na política. Para ela, não basta apenas ter o direito de votar, é preciso que elas sejam votadas. “O voto feminino é um dos marcos mais importantes da luta das mulheres pela igualdade de direitos e uma expressão dos ideais democráticos, pois sem igualdade, sem equidade, não há democracia. Desde sua conquista, vivemos um crescente da participação feminina em todos os campos da vida profissional, econômica e social, porém a representatividade das mulheres na política, nos partidos políticos e nos cargos de representação, ainda está muito aquém do que seria o ideal. Há muito ainda a conquistar. As mulheres lutaram para votar e agora precisam lutar para serem votadas. Nossa Constituição estabelece a plenitude de todos os direitos e a igualdade de condições existenciais entre homens e mulheres. Felizmente estamos neste caminho, mas esta evolução tem que prosseguir porque ainda há espaços a serem ocupados”, destacou.

Gisela Cardoso, presidente da OAB-MT, falou da importância histórica do voto feminino para a história do Brasil e ressaltou o protagonismo da Ordem dos Advogados do Brasil ao aprovar a paridade de gênero nas eleições. Para Gisela Cardoso, a OAB, como entidade máxima da sociedade civil organizada, se mostrou na vanguarda da luta democrática no país ao estabelecer a obrigatoriedade da presença feminina nas chapas que participaram do último processo eleitoral. “Um marco único na história democrática do Brasil. Mas essa luta deve ser constante e permanente. Muitos desafios e obstáculos foram superados ao longo desses anos. Nesse prisma, a OAB, como porta-voz da sociedade civil organizada, deu um passo importante para a implantação da equidade e igualdade na participação feminina na política institucional ao aprovar o projeto paridade”, ressaltou.

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JURÍDICO

Aulão jurídico on‑line une defesa criminal e solidariedade em apoio ao Abrigo João de Deus

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O advogado criminalista e professor Lucas Sá Souza promove no dia 22 de dezembro um aulão solidário on‑line sobre Habeas Corpus e Defesa nos Tribunais, com toda a arrecadação destinada ao Abrigo João de Deus. A iniciativa busca combinar capacitação jurídica com ação social, abrindo espaço para participação de profissionais de todo o país.

Pela primeira vez ministrado exclusivamente em formato virtual, o evento permite que advogados e estudantes de diferentes regiões acompanhem as palestras sem deslocamento. O modelo também visa ampliar o alcance da arrecadação, mantendo o objetivo de impactar diretamente a comunidade acolhida pelo abrigo.

“Além de ser a especialidade do nosso escritório, Sá Souza Advogados, é um assunto importantíssimo para a advocacia criminal, que sempre está em defesa da liberdade nos Tribunais. Pela primeira vez será realizado exclusivamente na modalidade on‑line, pois foi um pedido expresso de muitos colegas advogados de outros lugares do Pará e do Brasil, que sempre querem participar, mas terminavam impossibilitados”, afirma Lucas Sá Souza.

O histórico da mobilização mostra o compromisso do escritório com a causa social: desde 2022, o apoio ao Abrigo João de Deus se mantém ativo. Em 2025 um evento anterior resultou na doação de mais de uma tonelada de alimentos não perecíveis ao abrigo. A expectativa agora é ampliar esse resultado e reforçar o impacto da ação beneficente.

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“Realizamos este apoio ao abrigo desde 2022, pois entendemos que isso integra a missão social do escritório e também é uma forma de retribuirmos o tanto que recebemos da sociedade. Quanto à expectativa de público e de arrecadação, estou curioso, pois no último que fizemos, arrecadamos mais de uma tonelada de alimentos para o abrigo”, ressalta o advogado.

Inscrições e participação

Interessados devem enviar um e-mail para sasouzaadvogados@gmail.com , manifestando interesse. A equipe do escritório Sá Souza Advogados enviará as instruções para contribuição via pagamento de R$ 50 ou doação de 10 kg de alimentos não perecíveis.

Serviço

Data: segunda‑feira, 22 de dezembro

Tema: Habeas Corpus e Defesa nos Tribunais

Formato: 100% on‑line

Investimento: R$ 50 ou 10 kg de alimentos não perecíveis

Inscrições: enviar e-mail para sasouzaadvogados@gmail.com

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Itaipava inova criando Pack Responsável e distribui latas 0% álcool no Carnaval estimulando consumo responsável

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Itaipava transforma aviso legal em alerta contra o assédio e propõe novo padrão de comunicação no mercado cervejeiroDurante décadas, o texto legal das campanhas de cerveja cumpriu uma função obrigatória. Presente em todas as peças do setor, a mensagem “Beba com moderação” acabou se tornando invisível aos olhos do público. A partir desse diagnóstico e amparada por uma pesquisa inédita do Instituto Locomotiva, realizada em parceria com a marca para esse 2026, a Itaipava decidiu ressignificar esse espaço para chamar atenção a um problema urgente da sociedade brasileira: o assédio, especialmente intensificado durante o Carnaval. Criada pela WMcCANN, a iniciativa transforma o aviso legal em um alerta direto e impossível de ignorar e dá início a um movimento com a nova assinatura “Nunca assedie. Beba com sabedoria”, colocando o combate ao assédio como prioridade em sua comunicação. Os dados que embasam a iniciativa fazem parte de uma parceria da Itaipava com o Instituto Locomotiva e evidenciam a dimensão do problema: 79% das brasileiras afirmam temer sofrer assédio no Carnaval e 5 em cada 10 mulheres já passaram por situações de assédio durante a festa. As informações integram as peças da campanha de Carnaval da marca e reforçam a urgência do tema, validando seu compromisso social ao integrar o “Não Se Cale”, pacto assinado pelo Grupo Petrópolis no lançamento do movimento, em 2024. “Nós entendemos que o Carnaval é um momento de celebração, mas também de responsabilidade. Com esta iniciativa, queremos ser pioneiros em uma mudança de comportamento que pode e deve ser abraçada por todo o setor. Transformar o aviso legal em um alerta contra o assédio é um passo simbólico, mas de grande impacto”, afirma Giulia Faria, Co-CEO do Grupo Petrópolis. “A parceria entre Itaipava, WMcCANN e Instituto Locomotiva nasce do compromisso de usar a comunicação para tornar visíveis verdades que não podem mais ser ignoradas. O posicionamento da WMcCANN, baseado em verdades bem contadas, está diretamente ligado à responsabilidade cultural. Ao realizar uma ação sustentada por dados, a comunicação cumpre seu papel de provocar reflexão, influenciar a cultura para transformar comportamentos e contribuir para um ambiente mais seguro para as mulheres”, comenta Ranata Bokel, CEO da WMcCANN. Para Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, os dados da pesquisa revelam um cenário preocupante e reforçam como o assédio ainda faz parte da realidade de muitas mulheres durante o Carnaval. “Ao divulgar esses dados, buscamos não só amplificar o debate público sobre o tema, mas também chamar à reflexão quem está pulando o Carnaval. O assédio não é uma questão individual de uma ou outra mulher, é um problema social que precisamos enfrentar de forma coletiva, como sociedade”, explica. A ação se desdobra em uma estratégia de comunicação integrada que leva a mensagem para as ruas, redes sociais e plataformas digitais. O movimento inclui a aplicação da nova assinatura na veiculação de filme, peças em DOOH e materiais promocionais, com ampla presença em regiões de alta concentração de blocos e festividades carnavalescas. A estratégia busca amplitude e mobilização, incentivando o engajamento de parceiros e consumidores para que a mensagem se perpetue além do Carnaval. Pacto Ninguém se Cala O Grupo Petrópolis foi a primeira grande empresa do setor cervejeiro a assinar o Pacto Ninguém Se Cala, iniciativa do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público do Trabalho de combate ao assédio e à violência contra a mulher. Entre as ações adotadas, a empresa tem conscientizado clientes, fornecedores, promotores de eventos e colaboradores a respeito do tema, dentro da estratégia do seu programa de consumo consciente, o Saber Beber. A inclusão do alerta “Nunca Assedie” no aviso legal das embalagens de cerveja é mais uma ação adotada nesse sentido. SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

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