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Batalhão Ambiental apreende seis armas de fogo e prende quatro pessoas em dois municípios

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Em ações simultâneas de policiamento, as equipes do Batalhão de Proteção Ambiental da Polícia Militar apreenderam seis armas de fogo e munições na zona rural dos municípios de Santo Antônio de Leverger e Barra do Bugres. Nas duas ações, a PM prendeu quatro pessoas por porte ilegal de arma de fogo. 

Três homens foram presos com cinco armas de fogo e munições durante bloqueio policial, por volta das 16h de segunda-feira (28.02), na Rodovia MT-040, na Comunidade São Pedro de Joselândia, em Santo Antônio de Leverger.

Os suspeitos estavam em um veículo Ranger quando avistaram os policiais e tentaram fazer o retorno para evitar a abordagem. Mas, percebendo a ação suspeita, a PM abordou o veículo e seus ocupantes.  

Um dos suspeitos foi flagrado com um revólver (calibre 22) na cintura, durante a checagem, os policiais apreenderam mais quatro armas de fogo: duas carabinas (modelos Ruger e CZ) calibre 357 Mag e calibre 22 Mag, uma pistola 9mm, um revólver calibre 357, 59 munições (diversos calibres) e um carregador de pistola. Os três homens foram presos em flagrante. 

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Já por volta das 17h, também de segunda-feira, na cidade de Barra do Bugres, outra equipe do Batalhão Ambiental da PM prendeu um homem, no Distrito do Assari, por porte de arma de fogo. O suspeito foi abordado durante patrulhamento na região e preso pela PM, que apreendeu no veículo Ford, uma espingarda calibre 22 e 25 munições calibres 22, 23 e 32.  Os quatro suspeitos foram conduzidos à Delegacia.

A ação com abordagens e fiscalizações do Batalhão Ambiental da PM segue até esta quarta-feira (02.03), com reforço do policiamente em todo o Estado, em razão do período de carnaval.

Disque- denúncia

 A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.065.3939. 

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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