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Aline Rocha e Cristian Ribera serão porta-bandeiras na Paralimpíada
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Os atletas Aline Rocha e Cristian Ribera, ambos do esqui cross-country, serão os porta-bandeiras do Brasil na cerimônia de abertura da Paralimpíada de Inverno, programada para às 8h55 (horário de Brasília) de sexta-feira (4), no icônico estádio Ninho de Pássaro, em Pequim (China). O anúncio foi feito nesta quarta-feira (2) por Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Além da dupla, a delegação brasileira conta com outros quatro atletas em Pequim: Guilherme Cruz Rocha, Robelson Moreira Lula e Wesley dos Santos, todos do esqui cross-country; e André Barbieri do snowboard. 

Um amor de dupla! Aline Rocha e Cristian Ribera serão os porta-bandeiras do Brasil nesta sexta, 4 de março, abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Pequim 2022. #ParalímpicoEmPequim pic.twitter.com/bPkXs4b49v
— Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) March 2, 2022
Esta é a terceira vez que o Brasil disputa os Jogos Paralímpicos de Inverno. Na última edição, em 2018, em PyeongChang (Coreia do Sul), o país contou com três atletas, e em 2014, em Sochi (Rússia), foram apenas dois. Natural de Pinhão (PR), Aline Rocha, de 31 anos, não vê a hora de participar de sua terceira Paralimpíada, e levar pela segunda vez a bandeira brasileira: a primeira foi em PyeongChang.
“Uma honra imensa representar o meu país nos Jogos e ainda por cima ser porta-bandeira junto com o Cristian, uma emoção muito grande”, disse a atleta em depoimento ao CPB.
We have reached two days to go! 🎿#WinterParalympics #Beijing2022 pic.twitter.com/xuIMoUPiuS
— Paralympic Games (@Paralympics) March 2, 2022
Já Cristian Ribera, de 20 anos, sentiu a emoção de ser ponta-bandeira pela primeira vez no encerramento dos Jogos de 2018. Na ocasião, o esquiador conquistou o sexto lugar na prova dos 15 quilômetros, o melhor resultado brasileiro na história do evento.
“Lá na Coreia do Sul foi muito especial. Eu não fui porta-bandeira na abertura, mas só de entrar no estádio já foi uma emoção inesquecível. Poder ser o porta-bandeira junto com a Aline vai ser super especial, vamos curtir o máximo, e, na medida do possível, fazer nossa festa”, afirmou o atleta nascido em Cerejeiras (RO), que vive em Jundiaí (SP) desde os três meses de idade.
A Paralimpíada de Pequim reunirá 650 atletas de 48 países até 13 de março, último dia de competição.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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