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Brasil classifica 4 surfistas à próxima fase na etapa de Peniche
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Quatro surfistas brasileiros se classificaram nesta quinta-feira (3) à próxima fase da etapa de Peniche (Portugal) do circuito da Liga Mundial da modalidade (WSL, na sigla em inglês). O potiguar Ítalo Ferreira e o paulista Samuel Pupo ganharam as respectivas baterias no masculino. Conterrâneo de Ítalo, Jadson André foi o segundo na disputa vencida pelo campeão olímpico e também avançou.

A gaúcha Tatiana Weston-Webb finalizou a bateria em que competiu na segunda posição e se garantiu nas oitavas de final.
A etapa continua nesta sexta-feira (4), a partir das 4h50 (horário de Brasília), com a estreia de mais cinco brasileiros: os paulistas Filipe Toledo, Caio Ibelli, Deivid Silva e Miguel Pupo e o fluminense João Chianca.
Tatiana inaugurou a participação do Brasil em Peniche na quarta bateria do torneio feminino. Com a australiana Molly Picklum disparada na liderança, com manobras que renderam notas 7.17 e 8.33 (as duas melhores da surfista, que teve 15.50 de somatória), a disputa da gaúcha foi pelo segundo lugar. Ela bateu a havaiana Gabriela Bryan nos minutos finais, conseguindo um 5.17 e um 4.93 (10.10 na soma das melhores notas) contra 4.27 e 4.83 (9.1) da rival. Nas oitavas, Tati encara Luana Silva, havaiana que é filha de brasileiros.
Entre os homens, o primeiro brasileiro a competir foi Samuel, que venceu a segunda bateria com 14.6 no somatório das melhores notas (8.1 e 6.5). O brasileiro superou o havaiano Imaikalani deVault (13.73) e o norte-americano Kelly Slater (9.9), lenda da modalidade e 11 vezes campeão mundial.
Se liga no que o @italoferreira falou depois do seu espetáculo em águas portuguesas!
Fiquem ligados para a próxima chamada do #MeoProPortugal que acontecerá amanhã às 4:50 da manhã, horário de Brasília.#WSLBrasil pic.twitter.com/RXxjc544JB
— WSL Brasil 🇧🇷 (@WSLBrasil) March 3, 2022
Na quarta bateria, Ítalo mostrou o porquê de ter sido medalhista de ouro na Olimpíada de Tóquio, ao cravar 8.5 na primeira onda. Atual bicampeão da etapa de Peniche (2018 e 2019), ele ainda obteve um 7.67 e finalizou a disputa com 16.17 no somatório das notas. Jadson brigou pelo segundo lugar (e pela vaga direta na próxima fase) com o português Vasco Ribeiro. Com um 5.67 na sexta onda, o brasileiro melhorou a somatória para 9.47, ultrapassando o anfitrião (9.17) e se classificando.
Edição: Nádia Franco
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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