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Tatiana Weston-Webb vence etapa Peniche do circuito mundial de surfe
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A gaúcha Tatiana Weston-Webb foi a campeã, nesta segunda-feira (7), da etapa de Peniche (Portugal) do circuito da Liga Mundial de Surfe (WSL, sigla em inglês). Na final feminina, a brasileira de 25 anos venceu a norte-americana Lakey Peterson, obtendo 15.33 na somatória das duas melhores notas recebidas na bateria (7.33 e 8.00), contra 14.27 (7.10 e 7.17) da rival.

Na decisão masculina, onde também houve um confronto entre Brasil e Estados Unidos, Filipe Toledo foi superado por Griffin Colapinto. O paulista conseguiu 14.20 de somatória (6.67 e 7.53), ante 14.34 (7.67 e 6.67) do rival, que chegou a cravar uma nota dez nas quartas de final, contra o compatriota Kolohe Andino.
Antes da final, Tatiana precisou superar a havaiana Carissa Moore. No duelo que reeditou a briga pelo título mundial da última temporada (vencido pela rival), a gaúcha levou a melhor, cravando 10.76 (3.93 e 6.83), contra 10.17 de Moore. Na sequência, a decisão também teve gosto de revanche para a brasileira, já que Peterson havia ganhado o único confronto do gênero anterior entre elas, em 2019, na etapa de Margaret River (Austrália).
O resultado foi importante para Tatiana pensando na sequência da temporada. Após dois nonos lugares nas duas etapas anteriores, a gaúcha subiu dez posições no ranking da WSL e assumiu a quarta posição, com 15.220 pontos. A liderança é da costarriquenha Brisa Hennessy, com 17.355 pontos.
Entre os homens, Filipe teve, primeiro, que superar o compatriota Ítalo Ferreira, na semifinal. Apesar da maior nota do duelo (8.83) ter sido do atual campeão olímpico, com uma manobra aérea, o paulista encaixou duas boas ondas (6.17 e 7.50) e acabou levando a melhor na somatória (13.67 contra 12.66). Na final, embora o norte-americano Colapinto tenha surfado menos ondas (seis contra 11 do brasileiro), ele foi mais efetivo e ficou com o título.
O vice-campeonato em Peniche levou Filipe para o quarto lugar na temporada, com 14.440 pontos. O paulista é o melhor brasileiro na classificação, que ainda tem Caio Ibelli (sexto), Ítalo (décimo), Miguel Pupo (11º), Samuel Pupo (18º), João Chianca (23º), Deivid Silva, Jadson André (ambos em 27º) e o atual campeão Gabriel Medina, que sequer estreou em 2022, alegando questões relacionadas à saúde mental. O japonês Kanoa Igarashi lidera, com 17.290 pontos.
As próximas duas etapas do circuito da WSL serão na Austrália. Primeiro em Bells Beach, entre 10 e 20 de abril. Depois em Margaret River, de 24 de abril a 4 de maio.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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