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Paralimpíada: gaúcho André Barbieri para nas quartas do snowboard
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Único brasileiro na disputa do snowboard na Paralimpíada de Inverno Pequim (China), André Barbieri encerrou sua participação nesta segunda-feiira (7), ficando na 13º posição na classificação geral. O gaúcho parou nas quartas de final ao ser superado pelo chinês Yiyang Liu, o norte-americano Noah Elliott e o austríaco Renie Eckhar. Ele compete na classe LL1, destinada a pessoas com deficiência em uma ou ambas as pernas.

EMOÇÃO DO COMEÇO ATÉ A LINHA DE CHEGADA!
O gaúcho André Barbieri fica na 13ª posição no #Snowboard cross nos #JogosParalímpicos de Inverno 2022: https://t.co/spSkvENLNd#ParalímpicosEmPequim#WinterParalympics #Beijing2022 pic.twitter.com/Cat499QoCd
— Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) March 7, 2022
“Estava muito focado, mas os meus adversários erram pouco. Foi uma bateria muito difícil. De qualquer forma, estou muito feliz de estar aqui nos Jogos. O trajeto foi um dos mais divertidos que já vi em toda a minha carreira e praticar snowboard é sempre uma emoção grande. É um esporte que quase custou a minha vida. Perdi minha perna na modalidade. Então, estar aqui e representar o meu país já é uma vitória. Isso não tem preço. Agora, vou me preparar para a minha última prova, no banked slalom”, disse Barbieri, em depoimento ao Comitê Paralímpíco Brasileiro (CPB).
Ele volta a competir na madrugada do próximo sábado (12), a partir de 1h (horário de Brasília).
O gaúcho iniciou no snowboard paralímpico após sofrer um acidente quando praticava snowboard na Califórnia (Estados Unidos) em 2011. Na ocasião ele quebrou o fêmur da perna esquerda e chegou a passar por quatro cirurgias, mas o membro teve de ser amputado.
Programação de brasileiros em Pequim 2022
Terça-feira, 8 de março
23h – Classificatórias do esqui cross-country masculino e feminino sprint (Aline Rocha, Cristian Ribera, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wesley Santos).
Quarta-feira, 9 de março
1h – Semifinais e finais do esqui cross-country masculino e feminino sprint.
Sábado, 12 de março
1h – Finais do snowboard banked slalom (André Barbieri).
1h30 – Finais do esqui cross-country masculino e feminino média distância (Aline Rocha, Cristian Ribera, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wesley Santos).
23h – Revezamento misto do esqui cross-country.
Domingo, 13 de março
9h – Cerimônia de encerramento
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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