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Alessandro Tosim deixa comando da seleção masculina de goalball

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A Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais anunciou nesta quarta-feira (9) que Alessandro Tosim deixou o posto de técnico da seleção brasileira masculina de goalball. A notícia marca o fim de uma passagem de 13 anos de vitórias e títulos, como três edições dos Jogos Paralímpicos (2020, 2016 e 2012), duas edições de Mundiais (2018 e 2014), três Parapan-Americanos (2019, 2015 e 2011) e dois Campeonatos das Américas (2022 e 2017).

“É momento de refletir e estar mais próximo da minha família, da minha filha. Foram 13 anos distantes. Minha filha está completando 14 anos, tempo em que me dediquei ao goalball e acabei deixando a família um pouco de lado. Quero tentar estar mais perto delas, curtir o goalball de outra forma e, principalmente, descansar um pouco após tantas vitórias”, declarou Tosim.

Alessandro Tosim será substituído por Jônatas Castro, que vinha dirigindo a seleção feminina, agora sob comando de Gabriel Goulart. Assistente de Tosim no masculino, Diego Colletes também deixa o cargo e será substituído por Fábio Brandolin.

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Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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