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Criado em Mato Grosso, Projeto Olimpus será exportado para outros estados

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Lançado em 2020 pelo Governo de Mato Grosso, o Projeto Olimpus é hoje o mais relevante programa financeiro para desenvolvimento do esporte no Estado. O programa desenvolvido pela Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, se tornou referência para outros estados brasileiros como política pública mais exitosa no incentivo a atletas e técnicos. 

“Estamos muito orgulhosos. Dois anos após a criação do Projeto Olimpus, já colhemos resultados muito positivos. E hoje, o programa criado aqui está servindo de inspiração para os secretários do Rio de Janeiro, Pernambuco e Espírito Santo, que entraram em contato conosco para compartilhar o nosso edital. Esse programa de desenvolvimento do esporte em Mato Grosso vai ajudar ainda mais atletas, Brasil afora”, comemora Beto Dois a Um, secretário de Cultura, Esporte e Lazer.

Semana passada, a Assembleia Legislativa aprovou e o governador Mauro Mendes sancionou a lei que amplia o Projeto Olimpus com a criação de novas categorias, valores atualizados e ainda mais abrangente, garantindo assim bolsa-atleta, bolsa-técnico e premiação por desempenho a atletas, paratletas e atletas-guia, em modalidades individuais e coletivas, e aos seus treinadores.

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“O orçamento do Projeto Olimpus mais que triplicado, para 2022. Anteriormente tínhamos um orçamento de R$ 1,7 milhão por ano, este ano, com o apoio do governador Mauro Mendes e do secretário Beto, vamos garantir mais de R$ 6 milhões. A lei já está aprovada e o novo edital deve sair nas próximas semanas”, garante Jefferson Neves, secretário adjunto de Esporte da Secel-MT.

Com esse incremento, o Projeto Olimpus dá um salto exponencial. De 151 atletas atendidos em 2021, passa para mais de 600 atletas atendidos este ano. E de 28 treinadores atendidos (ainda em vigência) passa para 95 treinadores contemplados.

“Com muita satisfação temos o Projeto Olimpos sendo remodelado. O Governo de Mato Grosso criou novas categorias para atender as pontas, como os atletas que estão começando (Bolsa Atleta Infantil) e os atletas que estão no topo, aqueles que nos representam em grandes competições (Bolsa Atleta Internacional). É o Governo de Mato Grosso dando a prioridade que nosso esporte merece, da base ao alto rendimento”, conclui Jefferson.

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Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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