MATO GROSSO
Alta do combustível faz Latam suspender operação em Sinop
MATO GROSSO
A companhia aérea Latam suspendeu o início das operações em Sinop, que estava programado para maio, por causa dos recentes aumenos no preço dos combustíveis no Brasil.
A Latam havia divulgado em dezembro a rota inédita que ofereceria voos diretos e diários de Sinop para Brasília.
Segundo o site regional Só Notícias, as viagens teriam duração de 50 minutos e os aviões partiriam de Brasília sempre às 20h15 (horário local). Já quando partissem do Município mato-grossense, o voo decolaria às 4h05.
No entanto, as operações foram temporariamente canceladas por causa das altas. Somente em 2021, o querosene de aviação subiu 76%.
A companhia informou que maioria dos voos impactados vai ficar suspensa entre abril e junho, mas há uma programação específica para cada um, que ainda não foi divulgada.
Além da rota Sinop-Brasília, outras operações inaugurais também foram interrompidas pelo mesmo motivo. Dentre elas, trajetos entre São Paulo e cidades como Montes Claros e Juiz de Fora, em Minas Gerais, Presidente Prudente, em São Paulo, e Cascavel, no Paraná.
De acordo com a companhia aérea, quem já tinha voo comprado para esses destinos está sendo informado pela Latam e poderá remarcar o voo sem custo, solicitar o reembolso integral do valor pago ou optar por alguma rota alternativa com conexão.
Todas essas alternativas são válidas até o vencimento do bilhete, 12 meses após a data da compra.
FONTE/ REPOST: MÍDIA NEWS
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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