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Bernardinho pede demissão da seleção francesa por questões pessoais
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O técnico Bernardo Rezende pediu demissão da seleção francesa masculina de vôlei nesta terça-feira (22). Em nota, a Federação de Vôlei do país afirmou que o treinador, bicampeão olímpico e três vezes campeão do mundo pelo Brasil, atribuiu a decisão de deixar a equipe a problemas pessoais e ressaltou que “sua família continua sendo prioridade”. Foi a primeira experiência do brasileiro no comando de um time estrangeiro.

I Communiqué I
La Fédération Française de Volley a accepté la démission de Bernardo Rocha de Rezende, sélectionneur de l’Equipe de France masculine depuis août 2021.
Informations ➡️ https://t.co/gzugbc2KaD pic.twitter.com/PXyLr8e3YL— FFvolley (@FFvolley) March 22, 2022
“É uma das decisões mais difíceis e dolorosas de toda a minha carreira. Estou muito triste porque amo esta seleção da França, o grupo, os jogadores, a equipe que construímos. Sou muito grato pela confiança que a federação me deu ao longo do ano. Agradeço novamente ao Presidente pelo apoio e compreensão. Recebi uma recepção incrível de todo o vôlei francês e tenho muita dor e frustração por não chegar ao fim do projeto que começamos a colocar em prática. Mas eu tenho que fazer essa escolha, não há outras escolhas possíveis para minha família, que continua sendo uma prioridade. Disse ao Presidente que estarei sempre disponível para ajudar a federação, os jogadores ou o meu sucessor. Desejo o maior sucesso a este grupo e ao vôlei francês”, disse o brasileiro.
Bernardinho, de 62 anos, assinou contrato em abril do ano passado com a Federação Francesa, mas só assumiu o comando do time após a Olimpíada de Tóquio. Durante sua breve passagem, a equipe Les Blues disputou o Campeonato Europeu em setembro, mas parou nas oitavas de final ao perder para a República Tcheca.Também no comunicado, Eric Tanguy, presidente da Federação Francesa de Vôlei, lamentou a saída precoce de Bernardinho do comando da seleção.
“Tivemos o melhor treinador para cumprir nossos objetivos até os Jogos de Paris-2024 e só posso lamentar essa situação. Mas obviamente compreendo as razões que levaram o Bernardinho a tomar esta difícil decisão e agradeço-lhe por se ter mantido disponível para preparar sua substituição.
O treinador seguirá à frente seguirá à frente do time feminino Sesc-Flamengo, no Rio de Janeiro, que tem jogo decisivo na sexta-feira (25), contra o Osasco, no primeiro jogo das quartas de final da Superliga Feminina, às 21h (horário de Brasília), em São Paulo.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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