Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

PASTOR É PRESO APÓS TENTAR MATAR ESPOSA E AMIGA COM PEXEIRA NO INTERIOR DE MT

Publicados

MATO GROSSO

Um pastor foi preso pela Polícia Civil, após tentar matar duas mulheres a golpes de faca no Bairro Jardim das Palmeiras, no município de Campo Novo dos Parecis. Segundo informações obtidas com as autoridades, ele possivelmente não aceitava o término do relacionamento e estava desconfiado das atitudes da esposa.

Dois dias antes do crime o religioso registrou um boletim de ocorrência contra sua companheira, alegando que ela estaria desviando dinheiro da igreja, fato não comprovado pela polícia.

Passadas 48 horas após o registro, ele buscou uma faca e a utilizou para golpear a cabeça da mulher e de uma amiga, que estavam em casa e ficaram muito feridas. Ambas foram socorridas e levadas ao hospital municipal.

A mulher do pastor precisour receber vários pontos após ter parte da cabeça perfurada com a faca. A amiga também sofreu cortes no corpo.

O pastor, identificado como de iniciais E.S. foi até a delegacia de Polícia Civil, sem camisa, coberto com sangue e confessou ter as esfaqueado.

Ele recebeu voz de prisão e foi levado para a Cadeia Pública Municipal. Segundo delegado, Honório Neto, ele vai responder por feminicídio contra a esposa e por tentativa de homicídio contra a amiga.

Leia Também:  Conselho de Segurança Alimentar de MT é reativado para debater e auxiliar ações contra vulnerabilidade alimentar

A investigação sobre o caso continuará para entender quais eram as reais condutas da mulher do pastor.

Fonte Portal Campo Novo

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Detran orienta motociclistas a redobrarem cuidados durante o período de chuvas

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA