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Trio que roubou pet em Cuiabá é preso em Chapada dos Guimarães

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Três homens, que não tiveram identidades divulgadas, foram presos, nesta quinta-feira (31), em Chapada dos Guimarães (70 km de Cuiabá). Na quarta-feira (30), o trio havia roubado uma televisão, um notebook e uma cachorra da raça Lhasa Apso, em uma casa no bairro Jardim Califórnia, em Cuiabá. 

De acordo com Siplaki, investigador da Polícia Civil, a prisão ocorreu por volta de 15h30. Na ocasião, o trio foi encontrado na rodovia MT-351, também conhecida como Antônio Clarismundo Scheffer. A operação foi possível após colaboração entre as delegacias de Cuiabá e Chapada dos Guimarães.

Ainda conforme a corporação, após a prisão dos criminosos, o animal de estimação, roubado um dia antes, foi localizado na casa do trio, no bairro São Matheus, em Cuiabá. O pet foi entregue à dona pela Polícia Civil. Filmagens registraram o momento da prisão e do reencontro da dona com a cachorra. 

O Ônix que estava sendo conduzido pelo trio foi entregue ao pátio da Delegacia de Chapada dos Guimarães. A Polícia Civil deve investigar se o veículo tem origem criminosa e, além disso, apurar o envolvimento dos suspeitos em mais crimes na cidade.

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FONTE/ REPOST: MICHAEL ESQUER – OLHAR DIRETO 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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