MATO GROSSO
Vereadores “partem pra cima” de estudante que pediu para usarem “óleo de peroba”
MATO GROSSO
A sessão desta segunda-feira (4) da Câmara de Cáceres (230 quilômetros de Cuiabá) foi marcada por uma confusão envolvendo vereadores e um aluno do IFMT (Instituto Federal de Mato Grosso). Houve gritaria, dedos apontados e os envolvidos quase partiram para as vias de fato. A “turma do deixa disso” impediu que houvesse troca de agressões físicas.
De acordo com as informações, estudantes do IFMT estiveram na sessão plenária para cobrar melhores condições nas ruas de acesso a instituição. Na última semana, um acidente deixou uma aluna ferida e os alunos apontam que a má qualidade do asfalto na região seria um dos causadores da batida.
O estudante que usava a palavra na Tribuna Livre criticou os parlamentares por não cobrarem do Executivo melhorias na infraestrutura do município. A confusão começou quando ele sugeriu que os parlamentares da base usassem “óleo de peroba” para defenderem a prefeita Eliene Liberato (PSB) no Legislativo.
A situação gerou enorme revolta dos parlamentares. O líder da prefeita, vereador Rubens Macedo (PTB), levantou-se e foi para cima do estudante. O presidente da Câmara, Domingos Santos (PSB), o o 1º secretário, Celso Silva (PSC), também não aceitaram as críticas do aluno.
Em um vídeo que circula nas redes sociais, o estudante aparece também exaltado. “O senhor me respeita. Eu sou um cidadão”, gritava o estudante.
Alunos do IFMT que acompanhavam a sessão foram a tribuna tentar acalmar a situação. Vereadores também tentaram intervir.
Os ânimos só se acalmaram quando o presidente suspendeu a sessão. Não foi informado se a Polícia Militar chegou a ser acionada.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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