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Jânio Calistro estuda entrar na Justiça para tomar cadeira de presidente da Câmara de Várzea Grande

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O suplente de vereador Jânio Calistro (União) vai consultar o União Brasil para tentar tomar a vaga do presidente da Câmara de Várzea Grande, Fábio Tardin, o Fabinho, que deixou o partido em período fora da janela partidária para se filiar ao PSB. A janela partidária para vereadores ocorre somente em março de 2024.

Jânio falou à reportagem do Olhar Direto que pretende consultar a assessoria jurídica do União Brasil para verificar se existe a possibilidade de tentar tomar a cadeira na Câmara, da qual é suplente. 

“Eu vou conversar com o partido, o que sabemos é que a cadeira é do partido, mas existe ao que me parece um acordo de cavalheiro entre as partes, não sei como está isso”, comentou Jânio. 

Calistro recebeu 1.549 votos nas eleições municipais em 2020. Fabinho, por sua vez, 3.828 votos no município. Calistro teve uma votação expressiva e só não conseguiu ser eleito por estar na mesma coligação de Fabinho. O vereador recebeu mais votos do que 11 dos 20 vereadores eleitos de Várzea Grande. 

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Fabinho, como é conhecido, deixou o União Brasil para ingressar no PSB a convite de Max Russi. O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) acabou por decepcionar Fabinho quando trouxe o ex-secretário Beto Dois A Um para a sigla. 

FONTE/ REPOST: LÁZARO THOR BORGES – OLHAR DIRETO 

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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