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IPVA com desconto de 5% pode ser pago até dia 11 de abril

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Proprietários de veículos com placas com finais 4, 5 e 6 têm até o dia 11 de abril para pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) com desconto de 5%. Após essa data, o tributo poderá ser quitado com 3% de desconto, até o dia 20. As reduções no valor do IPVA são concedidas para pagamentos realizados em cota única.

Do dia 21 até o último dia útil do mês (29), o pagamento será integral e sem desconto. Após esta data, o imposto terá acréscimo de juros e multas.

Os contribuintes podem, ainda, optar pelo parcelamento do débito em até seis vezes mensais, iguais e sucessivas, desde que a data de vencimento da última parcela não ultrapasse o ano de referência. Para que a negociação tenha validade, o pagamento da primeira parcela deve ser efetuado até o dia 29. Além disso, o valor por parcela não pode ser inferior a uma Unidade Padrão Fiscal (UPF), que para este mês está cotada em R$ 212,10.

Para emitir a guia de recolhimento o contribuinte deve acessar o site da Secretaria de Fazenda (Sefaz), no banner IPVA, opção “Pague seu IPVA”. O pagamento pode ser efetuado mediante a apresentação do documento de arrecadação no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Sicredi, Bancoob, Bradesco, Itaú, Primacredi e Santander.

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A Secretaria de Fazenda (Sefaz) ressalta que o calendário de vencimento do IPVA 2022 teve início no mês de março, com os veículos com placas finais 1, 2 e 3. Assim como nos últimos dois anos, a data de pagamento do tributo tem sofrido mudanças, devido a pandemia do coronavírus, em atenção aos cidadãos mato-grossenses e como forma de amenizar os impactos causado por ela.

Antes o calendário de vencimento iniciava em janeiro, prazo que em 2022 foi transferido para o mês de março. Além disso, o Poder Executivo “congelou” no início do ano o valor da base de cálculo do IPVA, que é a Tabela FIPE, mantendo o mesmo valor de 2021 para vigorar esse ano. A medida foi adotada para evitar que os aumentos nos preços dos veículos usados, causados pela pandemia da Covid-19, não impactassem o imposto pago pelo cidadão.

O valor do IPVA é calculado com base no valor de mercado local, apurado em pesquisa da FIPE. A tabela serve de referência para a cobrança do imposto, portanto sobre os valores constantes nela é aplicada as alíquotas que variam de 1% a 4%.

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Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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