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Atlético de Alagoinhas bate Jacuipense e é bicampeão baiano
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Até 2021, o Atlético de Alagoinhas, em 50 anos de história, nunca havia sido campeão estadual. Agora, já tem dois títulos para contar. Após vencer o Jacuipense por 2 a 0 em Riachão de Jacuípe, o clube venceu o Campeonato Baiano pelo segundo ano consecutivo. Thiaguinho e Paulinho foram os autores dos gols. A última vez que uma equipe que não fosse Vitória ou Bahia conseguiu dois troféus de forma seguida foi em 1943, quando o Galícia, de Salvador, conquistou o último de três títulos consecutivos.

Após o empate por 1 a 1 no jogo de ida, em Alagoinhas, os torcedores do Jacuipense se animaram com a possibilidade de garantir o primeiro título da história do clube atuando em casa, no Estádio Valfredão. Porém, os planos foram frustrados já no começo da partida. Aos 14 minutos, Miller chutou de fora da área, o goleiro Mota espalmou para frente e Thiaguinho pegou o rebote para marcar.
Daí em diante, o que se viu foi um time da casa tentando o empate que levaria a decisão para os pênaltis, em um ambiente tenso. Isso se manifestou na expulsão do zagueiro Newton, aos 18 minutos da segunda etapa, por entrada dura em Sobral.
Com o resultado em aberto até os instantes finais, o golpe decisivo veio quase aos 50 minutos. Emerson sofreu pênalti. Jerry cobrou, Mota defendeu e, no rebote, Paulinho marcou para enterrar de vez qualquer chance de reviravolta. Festa do Atlético de Alagoinhas, bicampeão baiano.
Sergipe é bicampeão estadual após décadas
No sábado, o Sergipe se sagrou bicampeão sergipano, algo que não acontecia desde que a equipe conquistou seis títulos estaduais de forma consecutiva, entre 1991 e 1996. Vencedor em 2021, o time alcançou o segundo título seguido em uma final com o Falcon, de Barra dos Coqueiros, clube fundado em novembro de 2020. Depois de vencer a partida de ida por 2 a 1, o Sergipe podia até perder por um gol de diferença que seria campeão, mas conquistou o troféu empatando por 1 a 1. Paulinho abriu o placar para o Sergipe no primeiro tempo, encobrindo o goleiro adversário com categoria. Ronald, de falta, empatou para o Falcon no final da partida. Este é o 37º título sergipano do Alvirrubro.
37 VEZES O MAIOR DO ESTADO 🇮🇩 pic.twitter.com/f6nksJdoiD
— Club Sportivo Sergipe (@cssergipeofc) April 10, 2022
Brasiliense bate o Ceilândia
No Distrito Federal também teve repeteco. O Brasiliense, campeão no ano passado, foi bi em nova final contra o Ceilândia, vice também em 2021. Neste sábado, o Jacaré, que havia vencido a partida de ida por 2 a 1, podia empatar para ser campeão novamente, e foi exatamente isso que aconteceu. O time saiu atrás do placar após gol de Gabriel Pedra, aos 28 da primeira etapa, mas ao marcar com Aldo, no segundo tempo, assegurou seu 11º título estadual.
É, campeão! É, campeão 🎶
11x Jacaré 🐊
📷 Rafaela Felicciano/Metrópoles#BrasilienseFC #Candangão pic.twitter.com/cZiUgz4p4q
— Brasiliense Futebol Clube (@BrasilienseFC) April 9, 2022
Edição: Fábio Lisboa
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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