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Brasileiras sobram contra Guatemala em estreia na Billie Jean King Cup
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A seleção brasileira feminina de tênis atropelou a Guatemala na estreia da fase das Américas (Zonal Americano) da Billie Jean King Cup, competição equivalente à Copa Davis (exclusivamente masculina). No primeiro dia do torneio, em Salinas (Equador), a equipe verde e amarela venceu com sobra três partidas pelo Grupo A e nem precisou jogar os outros dois confrontos de um total de cinco. O time formado por Bia Haddad, Carolina Meligeni, Laura Pigossi, Gabriela Cê e Rebeca Pereira voltará à quadra nesta quinta-feira (14), a partir de meio-dia, contra a equipe da Argentina, que bateu a Colômbia.

Brasil vence a Guatemala na estreia da Billie Jean King Cup no Equadorhttps://t.co/kO5lO3lWEv pic.twitter.com/ljDekPVBse
— CBT (@cbtenis) April 13, 2022
A primeira brasileira a triunfar no piso duro de Salinas foi Carol Meligeni (número 122 no ranking mundial da WTA) que não teve dificuldades para superar Melissa Morales (947ª), por 2 sets a 0 (parciais de 6/0 e 6/2). Na sequência, a paulista Bia Haddad (61ª) aplicou um duplo pneu (6/0) sobre Kirsten-Andrea Widom (965ª) em 50 minutos de partida.
Após a vitória na simples, Bia voltou à quadra para a disputa de duplas, ao lado da compatriota Laura Pigossi, que semana passada foi vice-campeão no WTA 250 de Bogotá (Colômbia). As brasileiras desbancaram a dupla Kirsten-Andrea Weedon e Maria Gabriela Rivera por 2 sets a 0 (6/3 e 6/1).
“O dia foi muito bom, todas conseguimos desenvolver e fazer o melhor que podíamos. Sabíamos que éramos favoritas, então tivemos que arcar com a responsabilidade, mas trabalhando duro e com humildade. Agora, a cada confronto temos que tentar aumentar o nosso nível para ter mais oportunidades”, declarou Haddad, a mais bem ranqueada entre tenistas do Zonal Americano da Billie Jean King Cup.
Os dois melhores colocados do Grupo A (Brasil, Guatemala, Argentina, Colômbia) avançam para a partida decisiva, no sábado, contra algum dos dois melhores colocados do Grupo B (Paraguai, México, Chile e Equador). Os vencedores destes duelos se classificam para os playoffs da Billie Jean King Cup em novembro.
Tabela de jogos
QUARTA-FEIRA (13)
Jogo 1 – Brasil x Guatemala
Jogo 2 – Argentina x Colômbia
QUINTA-FEIRA (14)
Vencedor do Jogo 1 x Vencedor do Jogo 2
Perdedor do Jogo 1 x Perdedor do Jogo 2
SEXTA-FEIRA (15)
Partidas restantes
SÁBADO (16)
1º colocado do Grupo A x 2º colocado do Grupo B
1º colocado do Grupo B x 2º colocado do Grupo A
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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