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Brasil conquista prata na Copa do Mundo de Tiro Esportivo no RJ

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Os brasileiros Emerson Duarte, Felipe Wu e Vladimir Silveira conquistaram a medalha de prata na prova de pistola tiro rápido 25 metros por equipe, na Copa do Mundo de Tiro Esportivo (ISSF World Cup Rifle), em Deodoro, zona oeste do Rio de Janeiro.  Na final realizada nesta segunda-feira (18), o foi superado na final pela equipe alemã (Christian Reitz – ouro na Rio 2016 -, Oliver Geis e Florian Peter). O bronze ficou com a Tailândia (Schwakon Triniphakorn, Ram Khamhaeng e Noppadon Sutiviruch).

Foi a segunda medalha de Felipe Wu na Copa do Mundo, realizada no Centro Militar de Tiro Esportivo. Medalhista de prata na Olimpíada Rio 2016, Wu já conquistara um bronze por equipe – ao lado de Philipe Chateaubrian e Roberto Gomes – na pistola de ar 10m, na última quinta (14). Na ocasião, o trio superou atiradores argentinos.  A Alemanha venceu a disputa do ouro contra o Irã, que ficou com a prata.

Ana Luiza Souza, Paula Sayuri Yado e Thais Carvalho Moura conquistam bronze na Copa do Mundo de Tiro Esportivo - Deodoro (RJ) Ana Luiza Souza, Paula Sayuri Yado e Thais Carvalho Moura conquistam bronze na Copa do Mundo de Tiro Esportivo - Deodoro (RJ)

No último sábado (16), Thais Carvalho Moura, Ana Luiza Souza e Paula Sayuri Yado conquistaram o bronze por equipe na pistola 25m, com vitória sobre argentinas por 16 a 4 – CBTE/Divulgação

No último sábado (16), também por equipes, o Brasil foi bronze na pistola 25m. Ana Luiza Souza, Paula Sayuri e Thais Carvalho levaram a melhor sobre o trio iraniano, com vitória de 16 a 14. Na decisão do ouro, a Alemanha superou a Tailândia.

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A competição reúne 205 atletas de 30 países nas disputas de carabina de ar, carabina de três posições, pistola de ar (masculino e feminino) e pistola de tiro rápido masculino. O Brasil é representado por 24 atletas (12 homens e 12 mulheres).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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