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Brasil fatura Brasil 16 medalhas nos Jogos Sul-Americanos da Juventude

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O Brasil fez uma estreia de gala no primeiro dia dos Jogos Sul-Americanos da Juventude, em Rosário (Argentina), antes mesmo da cerimônia de abertura programada para às 20h desta quinta-feira (28), com transmissão ao vivo no Canal Olímpico. O Time Brasil já conquistou 16 medalhas, sendo 12 na natação (cinco ouros, três pratas e quatro bronzes) e o restante no taekwondo (três ouros e um bronze).  

Esta é a terceira edição do evento, com 2.500 atletas de 15 países. A delegação brasileira conta com 230 representantes de até 18 anos.  As disputas são transmitidas ao vivo pelo Canal Olímpico. Confira AQUI a programação completa.

Na natação Luíza Lima foi a primeira a subir no lugar mais alto do pódio ao vencer os 800m livre, em 8min47s68.  Na sequência, a paulistana Stephanie Balduccini, de 17anos, que disputou a Olimpíada de Tóquio (Japão) no ano passado, subiu duas vezes ao pódio: primeiro venceu nos 200 medley, e minutos depois ela faturou a prata nos 100m livre, atrás apenas da compatriota  Giovana Reis Medeiros que assegurou o ouro.  Ambas já estão classificadas pra o Mundial de Natação de Budapeste (Hungria).

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E teve dobradinha nacional nos 200m meddley masculino: Stephan Steverink – também com vaga no Mundial – foi ouro ao concluir a prova em 2m04s93 e Guilherme Kanzler (2m08s66) ficou com o bronze ao chegar em terceiro lugar.

A segunda dobradinha verde e amarela ficou com Pedro Henrique de Souza (prata) e Lucca Tonin (bronze) nos 50m costas. E fechando o dia, veio o quinto ouro no revezamento misto 4x100m (com Lucas Tudoras, Guilherme Sperandio, Giovana Medeiros e Stephanie Balduccini).

Taekwondo

A atleta Thaisa Batista foi a primeira a conquistar o ouro na modalidade, ao vencer adversária equatoriana por 25 a 8 na categoria até 73 quilos. Henrique Marques também sobrou diante do colombiano Gutierrez, 24 a 7, e garantiu sua medalha dourada, nos 73 Kg.  O terceiro ouro na modalidade veio com Maria Eduarda Trajano que derrotou rival boliviana por 13 a 0 na categoria 63 kg.  Já o bronze ficou com Matheu Bartholo que foi superado por adversário chileno na semifinal dos 63 kg.

Tênis

O curitibano João Schiessl venceu por 2 sets a 1 o colombiano Camilo Cano, e mais tarde, ao lado do compatriota Vitor Tosetto ganhou a disputa de duplas contra  os panamenhos Julia Acla e Rau Garuz, com um duplo 6/0.

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Tênis de mesa

O Brasil avançou às semifinais da modalidade como Giulia Takahashi – irmã de Bruna, mesatenista olímpica – e Laura Watanabe.  Elas voltam a jogar às 10h desta sesta sexta (29).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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