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Superliga: Minas vence Cruzeiro de virada e força 3º jogo da final

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O Minas Tênis Clube venceu de virada o Cruzeiro por 3 sets a 2 no início desta tarde e adiou para o próximo domingo (8) a decisão do título da edição 2021/22 da Superliga masculina de vôlei. Mandante do jogo na Arena Sabiazinho, em Uberlândia (MG), o Minas entrou pressionado a vencer, pois perdera o primeiro jogo por 3 a 2.  Após sair atrás no primeiro set (21/25), os donos da casa conseguiram uma recuperação espetacular: venceram os dois sets seguintes (com um duplo 25/22), mas tropeçaram na quarta parcial, e a vitória veio após eletrizante após terceiro match point no quinto set (tiebreak) por 18 a 16. O Minas busca o tetracampeonato na Liga após dez anos (levantou a taça em 2000, 2001 e 2002)

O jogo começou bem equilibrado no Sabiazinho, diante de 4.652 torcedores, boa parte de torcedores cruzeirenses, embora o Minas fosse o mandante do segundo jogo. A partida de hoje (1º) , apelidada de “Pão de Queijo”, por reunir dois times mineiros, não pode ser realizada na sede do Minas, em Belo Horizonte, devido à capacidade do ginásio (abaixo de cinco mil lugares, como é exigida pela Confederação Brasileira de Voleibol).

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Os visitantes entraram em quadra com a vantagem terem vencido o primeiro jogo da final, no último fim de semana, por 3 a 2. O Cruzeiro busca o hepta, que bateu na trave na última temporada (2020/21), quando foi vice-campeã ao ser superada pelo Taubaté. No duelo deste domingo (1º), a Raposa saiu na frente, levando o primeiro set por 21/25.

No segundo set, o Cruzeiro seguia liderando o marcador, até que o Minas reagiu e mudou a história do jogo empatando em 11 a 11. A partir daí, os donos da casa passaram a controlar o jogo até fechar o set em  em 25 a 22 e empatar a partida.

Motivado, o Minas seguiu dominando o jogo até virar o placar no terceiro set, ao vencer a parcial por 25 a 22.  No entanto, o Cruzeiro voltou avassalador para o quarto set, chegando a abrir vantagem de 10 a 2. O Minas sentiu a pressão e a Raposa soube aproveitar o bom momento para fechar o set em 25 a 21, igualando o placar no Sabiazinho.

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A definição do duelo foi para o tiebreak, o quinto e decisivo set. O Cruzeiro parecia se encaminhar para conquistar o heptacampeonato na Superliga: ganhava por 13 a 10 quando o Minas reagiu, passou à frente e teve o primeiro match point (ponto decisivo) para fechar o jogo, mas Heveraldo sacou na rede, e a Raposa empatou em 14 a 14. Depois o oposto Leandro Vizotto garantiu o segundo match point para o Minas, mas a Raposa empatou mais uma vez: 16 a 16. Mas não teve jeito: o Minas garantiu outro match point, em um bloqueio de Honorato, impedindo ataque de Wallace, que definiu a parcial em 18 a 16 e o triunfo do Minas do segundo jogo por 3 a 2.   

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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