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Surdolimpíada: Brasil conquista bronzes no judô e na natação

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O Brasil conquistou mais duas medalhas nesta quarta-feira (4) na 24ª edição da Surdolimpíada de Verão, que está sendo disputada em Caxias do Sul. Elas vieram com o nadador Guilherme Maia e com o judoca Alexandre Fernandes.

A primeira conquista foi um bronze conquistado por Alexandre Fernandes na categoria até 90 kg do judô. O carioca de 33 anos ocupa um lugar especial na história da Surdolimpíada de Verão, pois foi o primeiro brasileiro a garantir uma medalha na história da competição, na edição de 2009, em Taipé (Taiwan).

A outra medalha brasileira veio na natação, e também foi um bronze, com o santista Guilherme Maia na prova dos 100 metros estilo livre com o tempo de 52s73.

Para o atleta de 33 anos a conquista teve um sabor especial, pois foi alcançada com a presença de sua mãe, Andrea, na arquibancada: “Minha mãe é minha referência. Ela foi minha primeira professora de natação e ainda é minha maior incentivadora”.

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Guilherme é o maior medalhista brasileiro na história da Surdolimpíada de Verão, com seis conquistas (um ouro, uma prata e quatro bronzes).

Vitórias no vôlei

O Brasil também venceu nas partidas de vôlei. A equipe masculina bateu a França e a feminina superou o México. Já no basquete feminino, o time brasileiro foi batido pela Polônia de 10 a 125, enquanto a equipe masculina perdeu de 45 a 92 para a Ucrânia. Outro revés do Brasil foi no handebol feminino, de 18 a 35 para a Turquia.

Futebol masculino

No futebol masculino o Brasil bateu a Holanda por 1 a 0. Além disso, a equipe brasileira foi beneficiada por uma decisão do Comitê Internacional de Esportes para Surdos (ICSD) de alterar o resultado de seu jogo de estreia, contra Camarões.

Após entender que a equipe do país africano quebrou o regulamento, a entidade decidiu mudar o placar da partida, que havia sido de vitória de 3 a 2 dos camaroneses (passando para 3 a 0 para o Brasil), e retirar os pontos de Camarões.

Com isso, o Brasil soma agora seis pontos e se tornou o terceiro colocado no Grupo B, atrás de Irã e Itália, que também somam 6 pontos, mas com saldo de gols melhor.

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Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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