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Após prata olímpica, Brasil estreia quarta em Mundial de Boxe Feminino

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A campanha do Brasil no Mundial de Boxe Feminino, evento mais importante da modalidade após a Olimpíada de Tóquio, começa às 8h (horário de Brasília) desta quarta-feira (11). A primeira representante do país no Mundial em Istambul (Turquia) será Jucielen Cerqueira Romeu (categoria até 57 quilos), medalha de prata em 2019 no Pan-Americano de Lima (Peru). A baiana Beatriz “Bia” Ferreira (60kg), atual detentora do título mundial e vice-campeã olímpica ano passado, estreia quinta (12), também às 8h. As lutas com pugilistas brasileiras terão transmissão ao vivo no Canal Olímpico. 

Jucielen Romeu é prata no boxe, categoria 54-57kg, nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019. Jucielen Romeu é prata no boxe, categoria 54-57kg, nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019.

Prata no Jogos Pan-Americanos de Lima (2019) e representante do país na Olimpíada de Tóquio ano passado, Jucielen estreia no Mundial contra a queniana Akoth Ouma, às 8h desta quarta (11) – Pedro Ramos/ rededoesporte.gov.br

Além de Jucielen e Bia, a delegação nacional conta também com Caroline Almeida (52 kg) e Viviane Pereira (75 kg). O Mundial Feminino de Boxe teve início ontem (9), após hiato superior a dois anos em razão da pandemia de covid-19. A competição, com 419 atletas de 93 países, segue até o próximo dia 20 na capital turca. 

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Primeiros confrontos

Paulista de Rio Claro, Jucielen estreia no ringue  às 8h desta quarta (11) contra a queniana Akoth Ouma. Na sequência, a partir do meio dia, será a vez da pugilista pernambucana Caroline Barbosa Almeida (52 kg) encarar a russa Angelina Lukas, que compete no Mundial pela equipe de refugiados.

Na quinta (12), às 8h, a atual campeã  Bia Ferreira fará a primeira luta contra Badmaarag Ganzorig, da Mongólia. Já a conterrânea Viviane Pereira (75 kg) estreará no Mundial apenas ao meio-dia de sábado (14), contra a vencedora do duelo entre representantes de Turquia e Cazaquistão.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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