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Voluntários fazem a diferença na 24ª edição da Surdolimpíada no RS

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Sem eles, seria difícil realizar a 24ª edição da Surdolimpíada de Verão em Caxias do Sul (RS), a primeira a ocorrer na América Latina. Presentes nos mais diversos ambientes – ginásios, campos, arenas, piscinas – 280 voluntários trabalham para que todos possam acompanhar os jogos. A principal missão deles é facilitar a comunicação. O grupo se divide entre surdos e ouvintes, ou seja, os que conseguem escutar, e os intérpretes de Libras e Gestuno (língua internacional de sinais). 

Os voluntários trabalham por escala e desempenham suas funções de acordo com a necessidade do evento, que reúne mais de 5 mil atletas representando 77 países, até o próximo domingo (15). Não é nada fácil. Na verdade, para quem vê de fora é bem cansativo. Mas não é empecilho para quem não abre mão de ajudar, mesmo que isso signifique uma jornada dupla.

Toríbio Malagodi, surdolimpíada, voluntário Toríbio Malagodi, surdolimpíada, voluntário

“Se você me perguntar se eu escolheria vir para a Surdolimpíada como atleta ou voluntário, não conseguiria escolher, fiz os dois ao mesmo tempo”, disse Toríbio Malagodi, jogador de vôlei da seleção brasileira de surdos – Maurício Costa/Direitos Reservados

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É o caso do jogador da seleção brasileira de vôlei, Toríbio Malagodi, que trabalhava na organização do evento quando deixava a quadra.

“Eu sempre quis ajudar como voluntário e, quando fui convocado, aceitei na hora. Se você me perguntar se eu escolheria vir para a Surdolimpíada como atleta ou voluntário, não conseguiria escolher, fiz os dois ao mesmo tempo”.

Vontade de vencer e também de ajudar, cabe aos atletas e a todos que estão envolvidos o agradecimento pela dedicação.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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