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Palmeiras vira sobre Bragantino e mantém ponta no Brasileiro Feminino
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O Palmeiras segue na liderança da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Neste domingo (15), as Palestrinas bateram o Red Bul Bragantino por 2 a 1, de virada, no Centro de Formação de Atletas (CFA) da Red Bull, em Jarinu (SP), pela nona rodada da competição.

A equipe alviverde foi a 22 pontos, três a frente do vice-líder Internacional, que recebe o Cruzeiro nesta segunda-feira (16), às 17h30 (horário de Brasília), no Sesc Campestre, em Porto Alegre. As paulistas torcem por um tropeço das gaúchas ou, pelo menos, que não vençam por três ou mais gols de saldo.
Vitória de líder! 🐷
Três pontos para o @Palmeiras_FEM! As Palestrinas seguem no primeiro lugar do #BrasileirãoFemininoNeoenergia! pic.twitter.com/AFmFownWPG
— Brasileirão Feminino Neoenergia (@BRFeminino) May 15, 2022
As bragantinas seguem na lanterna, com um ponto, sete atrás do Cruzeiro, primeiro time fora da zona de rebaixamento. Foi a oitava derrota em nove partidas, sendo a quarta de virada.
As anfitriãs saíram na frente aos cinco minutos do primeiro tempo, com a atacante Luana Índia encobrindo a goleira Jully após cobrança de escanteio. O empate palmeirense veio aos 14 minutos, com a atacante Carol Baiana. Pouco antes do intervalo, aos 43, a meia Andressinha acertou um chute no ângulo, em finalização próxima à entrada da área, decretando a virada alviverde.
A nona rodada do Brasileiro começou no sábado (14), com dois jogos. O Santos venceu o clássico com o São Paulo por 2 a 1, de virada, na Vila Belmiro. Os dois primeiros gols fizeram valer a lei da ex no litoral paulista. As Soberanas abriram o placar, nos acréscimos do primeiro tempo, com Fê Palermo, ex-lateral das Sereias da Vila. O empate saiu aos 21 minutos da etapa final com a atacante Cristiane, que defendeu o Tricolor em 2019. Aos 50, a meia Júlia acertou o ângulo da goleira Carla e garantiu a vitória alvinegra.
As santistas foram a 15 pontos, ultrapassando provisoriamente a Ferroviária (que ainda vai a campo na rodada), assumindo a quinta posição. As são-paulinas, com 17 pontos, aparecem um posto à frente.
No estádio Martins Pereira, em São José dos Campos (SP), o São José não saiu do zero com o Atlético-MG. O empate levou as paulistas a nove pontos, em 11º lugar, mas podendo acabar a rodada na zona de rebaixamento se Cruzeiro ou Avaí/Kindermann vencerem. As Vingadoras estão em sétimo, com 13 pontos. As atleticanas torcem contra Flamengo, Real Brasília e Grêmio para não perderem espaço no G8.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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