MATO GROSSO
SES abre inscrição para primeira turma do curso de especialização em hansenologia
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da Escola de Saúde Pública (ESP-MT), lança o Edital de Seleção do Curso de Especialização em Hansenologia, cujo objetivo é formar profissionais médicos especialistas em Hansenologia.
Essa é a primeira capacitação prevista no Termo de Cooperação Técnica para a realização do Curso de Especialização em Hansenologia, assinado este ano entre a SES-MT e a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH).
A inscrição poderá ser feita até o dia 24 de maio por meio deste link. Para essa primeira turma, são ofertadas 20 vagas destinadas aos médicos com especializações apontadas no edital e que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) nas redes municipais, estadual e federal de Saúde pública.
Para a diretora da ESP-MT, Silvia Tomaz, a medida é importante para o Estado de Mato Grosso, que é considerado hiperendêmico para a hanseníase e ocupa a 1ª posição no país com o maior número de casos da doença.
De acordo com as áreas técnicas da SES, o SUS precisa de 60 médicos com essa formação acadêmica para atuar no diagnóstico e reabilitação da hanseníase em Mato Grosso.
“Essa parceria ocorre em um momento em que a Escola de Saúde Pública retoma suas ações educacionais de especializações após a pandemia, com o objetivo de formar e qualificar os médicos para atender essa demanda” explicou Silvia.
A ação engloba, de forma conjunta, o Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), o Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade (Cermac) e o Laboratório Central do Estado (Lacen) sob o acompanhamento das áreas técnicas da Coordenadoria de Atenção às Doenças Crônicas e Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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