POLÍCIA
Polícia Civil recupera joias e apreende líder de grupo criminoso envolvido em roubos
POLÍCIA
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Arenápolis e Nortelândia (258 e 253 km a médio-norte de Cuiabá), em ação realizada na manhã desta quinta-feira (19.05), recuperou diversos bens roubados de uma relojoeira e de residências, e apreendeu um adolescente identificado como líder de uma associação criminosa envolvida em pelos menos três roubos na região.
A recuperação dos objetos e a apreensão do menor infrator, de 17 anos, ocorreu durante cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar em um endereço utilizados pelo grupo criminoso.
A ação faz parte das investigações de três inquéritos policiais investigados pelas Delegacias de Arenápolis e Nortelândia referente ao mesmo grupo criminoso envolvidos nos roubos, sendo três pessoas indiciadas. Os suspeitos agem de forma violenta, com emprego de arma de fogo e procuram alvos que possuem ouro, joias, aparelhos eletrônicos e dinheiro em espécie.
As investigações identificaram a atuação do grupo no roubo de uma relojoaria no centro de Arenápolis, ocorrido no dia 14 de abril. Na ocasião, os criminosos, com emprego de arma de fogo, subtraíram diversas joias perfumes, bolsas, pulseiras e outros bens.
No dia 23 de Abril de 2022 o mesmo grupo assaltou uma residência também em Arenápolis, utilizando arma de fogo, e levando uma caminhonete, além de relógios, joias e outros objetos da família. Em Nortelândia, o grupo agiu no dia 06 de maio, em um roubo a residência em que subtraíram diversos objetos de valor.
Com base nas informações, e com intenso trabalho de investigação realizado pela equipe da Delegacia de Arenápolis, o delegado Hugo Abdon representou por mandado de busca e apreensão contra os suspeitos, que foi deferido pela Justiça e cumprido na manhã desta quinta-feira (19).
No endereço que era utilizado pelo grupo criminoso, os policiais apreenderam diversos bens subtraídos nos roubos e também conseguiram realizar a apreensão do adolescente identificado como líder do grupo. Os outros dois suspeitos identificados não foram localizados e continuam sendo procurados pela Polícia.
“As investigações seguem em andamento e a Polícia Civil está empenhada em solucionar todos os crimes patrimoniais e violentos nesta microrregião”, frisou o delegado.
MATO GROSSO
Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado
A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.
Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.
A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.
O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.
Investigação
Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.
As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.
As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.
Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.
Reaver veículo e desistência de ação
De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.
Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.
As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.
Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.
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