Search
Close this search box.
CUIABÁ

BRASIL

Comandante-geral da PM-SP anuncia ampliação da Operação Sufoco

Publicados

BRASIL

O comandante-geral da Polícia Militar do estado de São Paulo, o coronel Ronaldo Miguel Vieira, anunciou hoje (24) que vai intensificar a Operação Sufoco na capital paulista. A operação teve início no dia 4 de maio deste ano visando principalmente combater os assaltos realizados por falsos entregadores de delivery, mas acabou se expandindo e virou uma operação contra todo tipo de criminalidade na rua. O objetivo da operação, segundo o governo paulista, é tornar as polícias mais visíveis e aumentar a sensação de segurança da população.

“A Operação Sufoco não tem prazo para encerrar. Ela vai se estender. São ações que estamos implementando no policiamento tanto aumentando o efetivo quanto combatendo indicadores e aumentando a percepção de segurança da população”, disse o comandante-geral da PM em uma entrevista concedida no Vale do Anhangabaú, na tarde de hoje (24).

Durante a entrevista, o Vale do Anhangabaú, no centro da capital paulista, estava tomado por carros policiais, entre eles, um veículo especial da Tropa de Choque. Segundo o comandante-geral, os carros estavam concentrados porque dali sairiam para monitorar a região central. “Eram várias operações pequenas que a polícia sempre fazia. E pensamos agora de a gente juntar todas as operações, uma vez por semana, para fazer a saída de pontos – tanto da área central quanto das zonas norte, sul, leste e oeste – para mostrar a intensidade da operação para a população.”

Ele não revelou em quanto o policiamento será ampliado. Mas informou que a Operação Sufoco abarca todo tipo de crimes, inclusive os de tráfico na região da Cracolândia. “A polícia tem que estar na rua e mostrar força e estar indo em favor do cidadão de bem”, disse.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, em 20 dias de Operação Sufoco, foram presas 2 mil pessoas e vistoriados 141 mil veículos. Foram apreendidas 10,6 toneladas de drogas, 137 armas de fogo e 14 armas brancas.

Efetivo

Para dar início à Operação Sufoco, no dia 4 de maio, o governo de São Paulo aumentou o efetivo policial nas ruas, que passou de 5 mil para 9,7 mil só na capital paulista.

Durante o anúncio da operação, o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), avisou que o policiamento seria mais ostensivo. “Eu quero deixar um aviso muito claro a esses bandidos: que eles mudem de profissão ou de estado porque a polícia vai atrás de cada um deles. Quem cometer crime aqui em São Paulo vai ser preso. O bandido que levantar arma para a polícia vai levar bala da polícia que, dentro dos limites da lei, vai agir com muito rigor em relação à criminalidade”, disse o governador.

Leia Também:  MJSP lança a Operação Vetus III para combater violência contra idosos

Para aumentar o policiamento nas ruas da capital, o governo permitiu uma ampliação na quantidade de vagas de programas que permitem que policiais atuem em jornadas extras, ou seja, em seu horário de folga. O investimento mensal nesse programa de pagamento de jornadas extras e na utilização de viaturas, informou o governo, será de R$ 41,8 milhões. O pagamento será feito por meio das Diárias Especiais por Jornada Extraordinária de Trabalho da Polícia Militar e Civil (Dejem e Dejec) e da Atividade Delegada.

Críticas

O aumento na jornada de trabalho foi criticado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp). O sindicato informou ter ingressado com uma ação civil coletiva contra o governo paulista visando “coibir a escala abusiva imposta aos delegados de polícia e que afeta também os demais policiais civis e militares para a cobertura da Operação Sufoco”. Para o sindicato, a operação tem um caráter eleitoreiro para “demonstrar à população a falsa sensação de estado seguro”. Para o sindicato, há falta de profissionais na área de segurança pública e os que trabalham atualmente não podem ser penalizados por escalas intensas.

Questionado por jornalistas sobre a reclamação do sindicato, o comandante-geral negou que a operação tenha prejudicado as escalas. “O que foi implementado foram as vagas de atividade extras, que são a Dejem. Isso é um serviço voluntário que o policial escolhe e tem o livre-arbítrio se quer ou não fazer. O efetivo normal de policiamento e das atividades ordinárias continua na escala padrão”, disse.

Para Ariel de Castro Alves, advogado e especialista em segurança pública e direitos humanos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a Operação Sufoco é “demagógica e oportunista em ano eleitoral, diante dos clamores populares em torno da insegurança pública”.

Ele também criticou o fato de o governo utilizar o direito de folga ou descanso dos policiais para o incremento das operações. “O governo deveria chamar os policiais que já foram aprovados em concursos e aguardam na lista de espera para assumirem seus cargos. É bastante temerária a medida de que os policiais não terão mais folgas. Muitos, inclusive, já não têm folgas em razão dos ‘bicos’ que fazem na área de segurança privada. Os policias estarão privados de descansos, lazer e convivência familiar, gerando mais estresse”, disse Alves que também integra o Movimento Nacional de Direitos Humanos.

Leia Também:  Luiz Schiavon, tecladista e fundador da banda RPM, morre em São Paulo

Segundo o especialista, o aumento do número de policiais nas ruas não necessariamente significa mais segurança. “Não vai adiantar mais policiais nas ruas para gerarem policiamento ostensivo e sensação de segurança se a Polícia Civil continua sem estrutura para garantir o andamento dos inquéritos e se o Instituto de Criminalística e os demais setores da Polícia Científica e do Instituto Médico-Legal não tiverem estrutura para produzirem as perícias, pareceres e cumprirem as diligências. A polícia de São Paulo precisa de toda uma reestruturação para gerar uma segurança para a população”, acrescentou.

Secretaria

Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria de Segurança Pública lamentou a decisão do Sindpesp em ingressar com uma ação na Justiça. “É lamentável e espantoso que uma entidade que diz representar a polícia entre com uma ação na Justiça justamente para tirar a polícia das ruas e deixar o caminho livre para os criminosos. A polícia de São Paulo não vai abandonar a sua missão cívica de proteger a sociedade de traficantes, por causa de uma entidade movida por interesses políticos alheios às verdadeiras necessidades da segurança da população”, diz a nota da SSP, acrescentando que a adesão é voluntária e que nenhum policial é obrigado trabalhar a mais.

“As diárias extras são viabilizadas pela atividade delegada, Dejem e Dejec, com limite de até oito horas por dia, no máximo 10 diárias por mês e descanso obrigatório antes e depois de sua execução. Limites que visam preservar a saúde física e mental do policial”, diz a SSP.

Ainda segundo a secretaria, 12,8 mil policiais foram contratados desde 2019 e outros 3.293 estão nas academias das polícias passando por curso de formação. Há ainda 5.639 novas vagas autorizadas, informou o órgão.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Geral

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Itaipava convoca Ronaldinho Gaúcho para ser embaixador da marca e revela o “segredo” de seu passe mais icônico

Publicados

em

A cerveja Itaipava, do Grupo Petrópolis, anuncia Ronaldinho Gaúcho como seu mais novo embaixador, no território do futebol. O anúncio revela, com humor, o segredo de um dos lances mais emblemáticos da história do futebol brasileiro envolvendo o craque.

Ídolo dentro e fora de campo, Ronaldinho segue como um dos nomes mais reconhecidos e carismáticos do futebol, com forte conexão com a torcida brasileira. Agora, ele passa a representar a marca em uma parceria que une futebol e identidade nacional.

Criada pela WMcCANN, a ação revela o segredo por trás da jogada que marcou gerações: o icônico movimento em que o craque olha para um lado e toca a bola para o outro – um lance que encantou torcedores e segue vivo no imaginário popular.

E quem revela o segredo é o próprio Ronaldinho. Em tom leve e bem-humorado, o atleta conta que tudo começou em um jogo entre amigos, em um campinho ao fim de tarde. É nesse cenário que o público descobre o que estava por trás do movimento. Mais do que confundir o adversário, o olhar do jogador estava direcionado a algo que chamava atenção fora das quatro linhas: uma garrafa de Itaipava gelada ao lado do campo.

“Também, quem resiste a uma Itaipava? Receita brasileira, ingredientes de qualidade… a minha cerveja com muito orgulho”, comenta o craque, reforçando o tom leve e descontraído da parceria.

O anúncio de Ronaldinho Gaúcho como embaixador de Itaipava reforça a identificação da marca com o futebol. A parceria é realizada em colaboração com a BDB BR, responsável pela seleção, curadoria e gestão do talento.

Leia Também:  Governador do RS alerta para "maior desastre da história" do estado

“O brasileiro aprecia tomar uma cerveja quando vê futebol e a Itaipava retornou com tudo a esse território: patrocinamos os amistosos e as eliminatórias no ano passado e fomos a cerveja oficial do Campeonato Paulista 2026”, diz João Netto, diretor de Marketing e Trade do Grupo Petrópolis. “A contratação do R10 reforça a tradição da marca no futebol”, completa.

“Ronaldinho é um ícone que traduz leveza e brasilidade, atributos que também estão no DNA de Itaipava. Trazer esse lance tão marcante para o centro da campanha foi uma forma de criar uma conexão genuína com o público, revelando uma história de forma inusitada e alinhada ao território da marca”, explica Diego Santelices, head de comunicação e mídia do Grupo Petrópolis.

“Partimos de uma verdade cultural muito forte: uma das jogadas mais conhecidas da história do futebol, feita por um dos ícones mais reconhecidos. A partir disso, construímos uma narrativa que surpreende todos os fãs do Ronaldinho e do esporte. Uma revelação divertida, conectando futebol e Itaipava de forma inusitada”, comenta Guilherme Aché, diretor de criação da WMcCANN.

Ao transformar um gesto consagrado em narrativa publicitária, Itaipava reforça sua estratégia de se conectar com o público por meio de histórias que fazem parte da cultura brasileira e de uma paixão nacional, que é o futebol. Ao lado de um ídolo que fez história e marcou gerações, a marca aposta nessa identificação da torcida brasileira com um dos melhores jogadores de todos os tempos, para fortalecer sua presença no cotidiano do consumidor.

Leia Também:  Senacon pede flexibilização de regras de transporte aéreo para o RS

SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ) há 30 anos, Itaipava conquistou o consumidor brasileiro e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava.

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Cabaré Ice, Fest Drinks, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; o refrigerante It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA