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Em busca do bi, seleção masculina estreia nesta 4ª na Liga das Nações

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Campeã pela primeira vez no ano passado, a seleção brasileira masculina de vôlei inicia esta noite a busca pelo segundo título da Liga das Nações. A equipe comandada pelo técnico Renan Dal Zotto entra em quadra às 21h (horário de Brasília) contra a Austrália, no ginásio Nilson Nelson, na capital federal, que sediará os outros três jogos da primeira etapa (contra Eslovênia, Estados Unidos e China).

 A competição abre o ciclo olímpico para os Jogos de Paris, em 2024. Depois de Brasília, a competição prosseguirá em Sofia (Bulgária) e a terceira etapa será em Osaka (Japão). As quatro equipes primeiras colocadas se classificam às semifinais.

O primeiro jogo do Brasil vai requerer atenção redobrada equipe, na avaliação do levantador Bruninho, capitão do time, que inicia sua 16º temporada na seleção.

“O time da Austrália sempre incomoda. Joga bem, tem potencial físico. Pelo que observamos do nosso lado, nos amistosos contra o Japão, precisamos abaixar o número de erros. Será um jogo de estreia, que sempre tem aquele nervosismo. Espero uma partida difícil”, afirma o jogador,  em depoimento à Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

A experiência de Bruninho, prestes completar 36 anos em 2 de julho, dá segurança aos atletas estreantes na seleção, que passa por um processo de renovação.

“Fico muito feliz de ajudar não só dentro de quadra, mas também com essa parte mais sutil, conversando bastante passando a minha vivência, a experiência que tenho dentro da seleção”, afirma o capitão. “Tive a sorte de iniciar com jogadores de uma geração incrível, como Giba, Serginho, Murilo, Gustavo. O que os mais jovens estão passando hoje, eu passei lá em 2006, na minha primeira Liga Mundial. 

Para o primeiro confronto, Dal Zotto não poderá contar com o ponteiro Lucarelli, devido a desconforto muscular na coxa esquerda. O substituto poderá ser Victor Birigui, que se juntou à seleção na última segunda (6). O grupo escalado tem ainda os levantadores Bruninho e Fernando Cachopa; os opostos Franco e Alan; os centrais Isac, Lucão, Flávio e Leandro Aracaju; e os ponteiros Rodriguinho, Vaccari e Adriano; e os líberos Thales e Maique.

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Adversários do Brasil

Primeira etapa (Brasília)

Austrália – 08/06 – 21h 

Eslovênia 09/06 – 21h 

Estados Unidos 11/06 – 15h 

China 12/06 – 10h

Segunda etapa – Sofia (Bulgária)

Polônia – 22/06 – 11h

Sérvia – 23/06 – 10h30

Irã – 24/06 – 10h30

Bulgária 26/06 – 14h

Terceira etapa – Osaka (Japão)

Alemanha – 06/07 – 3h40

Canadá 07/07 – 6h

França 08/07 – 3h40

Japão 09/07 – 7h10

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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